Lista das
hipóteses falhadas
sobre as inscrições da Pedra de Dighton!
Edmundo Burke Delabarre nasceu no dia 25 de Setembro de 1863, em Denver, Estado de Maine, nos Estados Unidos da América, Graduou no Colégio Universitário de Amherst em 1883 e depois foi fazer o período post-graduado em Psicologia, em Berlim, Alemanha, durante seis anos e dois na Universidade de Sorborne, Paris, em França. Quando regressou à América foi nomeado em 1892, Professor de Psicologia na famosa Universidade de Brown, em Providence, Estado de Rhode Island, EUA. Foi o primeiro professor de Psicologia Experimental e estudou os efeitos médicos da Cannabis indica ou marijuana. Tornou-se um cientista meticuloso ao ponto de um dos seus colegas fazer esta afirmação a respeito dele: "Ele é um apaixonado pela perfeição científica." Reformou-se em 1932 aos 69 anos e morreu na cidade de Providence no dia 16 de Março de 1946, depois de gozar 13 anos na reforma.
Para passar as suas férias Delabarre comprou uma quinta com uma boa casa na Vila de Berkley (Assonet Neck) no Estado de Massachusetts, localizada apenas a uma milha de distância da famosa Pedra de Dighton. Depois da compra da casa em Berkley, Delabarre começou a investigar as inscrições da Pedra de Dighton pela perspectiva da psicologia. No princípio do século XX havia a preocupação de se saber o tipo da personalidade das pessoas pela análise da escrita: introvertido, extrovertido, etc. conforme a caligrafia era inclinada para a frente ou para trás e até como se punham os acentos nos íis. Com este objectivo psicológico, Delabarre começou a coleccionar todos os artigos publicados em jornais e revistas a respeito das inscrições da Pedra de Dighton de tal maneira que o livro que ele publicou em 1928 intitulado, "Dighton Rock", apresenta trinta páginas cheias de referências bibliográficas! Na página 144 deste mesmo livro Delabarre mostra uma colectânea de 22 teorias sobre as inscrições da Pedra. Mas como vamos ver 21 destas hipóteses não fazem sentido nenhum, são verdadeiramente estúpidas. Nesta lista de 22 só existe UMA VERDADEIRA, A PORTUGUESA!
Antes de analisarmos as 22 chamadas teorias devemos primeiro verificar as diferenças entre os significados de hipótese e teoria. Para isso vamos consultar a terceira edição do grande Dicionário Webster Internacional.
Hipótese é uma palavra grega composta pelo prefixo Hypo que quer dizer: "debaixo, abaixo do normal, deficiente". Por isso a palavra Hipótese significa: "suposição, uma simples tentativa, uma proposta que está sujeita à prova experimental ou estatística".
Teoria é uma palavra grega derivada de THEOS que quer dizer "deus ou próximo de deus". Por isso a palavra Teoria significa: "uma explicação baseada na observação e inteligência especialmente quando já foi posta á prova pela confirmação de vários factos relacionados".
Vamos rever a lista das 21 chamadas "teorias", ou melhor, hipóteses compiladas por Delabarre que aparecem no livro "Dighton Rock" publicado em 1928, na página 144:
O Diabo, (2) Jesus Cristo, (3) Romanos, (4) Fenícios, (5) Egípcios, (6) Judeus 1000 AD, (7) Libaneses, (8) Persas, (9) Cartagineses, (10) Chineses, (11) índios Americanos, (12) Vikings, (13) Escoceses, (14) Piratas, (15) Verrazzano, ( 16) Siberianos, (17) Japoneses, (18) Gregos, (19) Ingleses, (20) Cintianos, (21) Tirianos
Os proponentes destas teorias não tinham ideia nenhuma das dificuldades terríveis para atravessar o Atlântico há centenas de anos. Não tinham também os mínimos conhecimentos das correntes e ventos dominantes do Atlântico! É verdadeiramente estúpido incriminar Jesus Cristo ou diabo como autores das inscrições da Pedra de Dighton! Fiquei deveras surpreendido ao ver que Delabarre dedica seis páginas do livro dele às teorias de Cristo e do Diabo!

Cotton Mather cerca de 1700 (Nasceu
Fev. 12, 1663/ morreu Fev. 13, 1728)
Foi o Reverendo Cotton Mather, que era padre protestante na Velha Igreja no Norte de Bóston e um ferrenho adepto pela bruxaria, quem primeiro lançou a ideia da Teoria do Diabo, em 1690! Cotton Mather NUNCA examinou cara-a-cara a face da Pedra de Dighton. Ele copiou até muito mal o primeiro desenho das inscrições feito pelo Revendo John Danforth em 1680. Cotton Mather chamou-lhe à Pedra de Dighton -- "Pedra da Escrita"-- ou seja igual a um quadro ou lousa preta numa escola no qual toda a gente pode escrever garatujas…
Já demonstrei anteriormente noutro artigo que as hipóteses Fenícia e Viking ou Escandinava são fraudulentas porque os seus proponentes a residir na Europa alteraram os desenhos das inscrições que receberam da América.
Com respeito às hipóteses chinesa, Japonesa, romana, cintiana, tiriana, etc. todos estes indivíduos estavam muito ocupados em guerras entre si ou com os seus vizinhos e nunca tiveram tempo disponível para fazer uma viagem tão longa e tão arriscada para vir à América gravar inscrições da Pedra de Dighton!...
Se alguém quiser formular uma hipótese ou uma teoria sobre as inscrições da Pedra de Dighton terá que DEMONSTRAR que estão GRAVADOS na face da Pedra os símbolos nacionais dessa nação, de contrário NÃO terá NADA!
Academia Americana
Sinto-me estupefacto pela atitude do meio académico americano continuar a menosprezar as inscrições da Pedra de Dighton. Até esta data (2009) ainda NENHUM professor universitário americano vivo teve a coragem de visitar o Museu da Pedra de Dighton e enfrentar as inscrições para as diagnosticar. Mas esta situação já vem de longe! Aqui está um exemplo clássico e flagrante: O Dr. Ezra Stiles que foi sacerdote protestante na cidade de Newport entre 1755 e 1776 e chegou a ser presidente do Colégio Universitário de Yale e depois de visitar a Pedra de Dighton em 15 the Junho de 1767, escreveu uma carta ao Professor John Winthrop da Universidade de Harvard a respeito das inscrições da Pedra de Dighton afirmando a sua opinião desta maneira: "Penso que as inscrições nunca se poderão diagnosticar!" Isto é uma afirmação megalomaníaca! É a mesma coisa que eu como médico afirmasse: " A medicina nunca virá a ser capaz de descobri a cura do cancro!"
Teoria Número, 22 -- A Teoria de Miguel Corte Real, 1511, é a única verdadeira

Tenho que dar todo o crédito ao Professor Delabarre porque foi ele o primeiro a descobrir a teoria Portuguesa. Apesar dele não ter uma gota de sangue português, foi capaz, com a sua perseverança científica chegar ao diagnóstico correcto. Ele demonstrou ser superior a qualquer discriminação étnica. Ele comportou-se como um verdadeiro cientista. Os dados científicos são sempre os factos verdadeiros. Muitas vezes a verdade fere os sentimentos de algumas pessoas. A verdade é muito difícil de engolir! Mas contra factos não há argumentos. Não há nada acima da verdade. As inscrições gravadas na face da Pedra de Dighton é que são os factos verdadeiros. Nós não precisamos de nenhum papiro, nem de nenhum documento de pele de carneiro para provar as inscrições portuguesas. Repetimos: as inscrições é que são a prova irrefutável da teoria portuguesa.
Em Conclusão:
A Teoria Portuguesa é a única verdadeira e deve ser aclamada em todas as direcções, não só para o Povo Americano, mas também ao mundo inteiro para que a Pedra de Dighton seja devidamente reconhecida como um monumento único que pertence ao período das grandes descobertas geográficas da Terra.
Documentos dos Corte Reais.
Se formos a Lisboa, Portugal, poderemos verificar no Arquivo Nacional Português – Torre do Tombo -- que existem lá duas Cartas Reais do Rei D. Manuel I dando autorização, no dia 15 de Abril de 1501, a Gaspar Corte Real para realizar a sua segunda viagem de descoberta à América do Norte, da qual ele nunca mais voltou a Portugal. A segunda carta Real foi dada ao irmãos Miguel Corte Real no dia 10 de Maio de 1502 para ir à procura do irmão Gaspar, mas infelizmente o Miguel também nunca mais voltou a Portugal, O que o Miguel fez foi deixar o seu "cartão de visita" gravado na Pedra de Dighton!
Carta Real para Gaspar Corte Real passada no
dia 15 de Abril de 1501

Carta Real passada a Miguel Corte Real no dia
10 de Maio de 1502
O nosso convite para visitar o Museu da Pedra de Dighton com a sua Família
Gostaria muito de ser o seu guia quando visitasse o Museu da Pedra de Dighton.
Para puder compreender e poder identificas as inscrições portuguesas, só precisa de saber quatro coisas muito simples contidas no chamado "Cartucho Histórico Português?Foi Jean-Francois Champollion quem primeiro usou o termo "Cartucho Histórico" quando ele decifrou o segredo da Pedra Rosetta entre 1822- 1824. Os nomes de Cleópatra e de Ptolomeu estavam gravados em caracteres hieróglifos egípcios os quais formaram, cada nome, um conjunto, como se fosse uma cápsula à qual ele decidiu chamar "Cartucho Histórico". No caso da Pedra de Dighton também temos um cartucho histórico. Aqui está ele:

Comparem os formatos das
letras, dos algarismos e até dos ícones dos Símbolos
Nacionais Portugueses com as inscrições gravadas na face da Pedra de Dighton
Todas estas fotos foram tiradas durante the noite com luz rasante para obtermos um melhor contraste das inscrições gravadas na face da Pedra.


A data de 1S11 com o algarismo ‘5" em forma dum ‘S’ maiúsculo

Área da Bandeira No. 1 – lado esquerdo sem
tinta Lado direito com tinta




As novas ideias levam muito tempo a serem aceites
Existem muitos exemplos de descobertas científicas muito importantes que NUNCA foram aceites pela humanidade enquanto os seus originadores eram vivos: Mendel que descobriu as leis da genética; Galileu que descobriu que a terra é que anda a volta do sol; Alfredo Wagner, meteorologista, que descobriu a teoria da separação dos continentes, etc.
Mas se existem muitas invejas no campo científico, nas histórico-filosóficas é muitíssimo pior. É preciso muitíssimo mais tempo para que as ideias novas sejam aceites pela humanidade. Muitos indivíduos possuem preconceitos e crenças como que fossem um "vírus" no seu cérebro que não lhe permitem ter coragem de enfrentar as verdades e por isso preferem viver continuamente num estado de negação!...
Delabarre cidadão de Berkley
Chegou a altura de declaramos em público que o povo de Berkley nunca se incomodou com a Pedra de Dighton. Porquê? Porque tem havido tanta confusão, tantas teorias disparatadas sobre as suas inscrições que realmente os berklianos NUNCA se quiseram envolver em tantas controvérsias. Temos que lhes dar razão!
Mas agora que chegamos FINALMENTE a uma conclusão CIENTÍFICA de que a Teoria Portuguesa é a ÚNICA VERDADEIRA!
Por esta razão chegamos à altura de contactarmos as autoridades governativas, culturais, escolares, sociais, profissionais e comerciais da Vila de Berkley para apreciarem o VALOR EXTRAORDINÁRIO deste monumento americano que é sem dúvida uma das pedras basilares da História desta grande nação. As inscrições gravadas na face da Pedra de Dighton é que são os factos da verdade histórica.
Devemos também SALIENTAR que foi um cidadão de Berkley quem primeiro fez o diagnóstico CERTO das verdadeiras inscrições gravada na Pedra de Dighton. Esse cidadão foi o Professor Edmundo Burke Delabarre que morou em Berkley na rua Grinnel varias décadas!
Duplos Aniversários
Berkley foi fundada oficialmente no dia 18 de Abril de 1735. Esta data devia ser já há muito tempo um Feriado da Vila. Será que poderíamos coordenar todos os esforço do povo de Berkley para no dia 18 de Abril do ano de 2011, celebramos os QUINHENTOS ANOS das inscrições verdadeiras da Pedra e darmos assim início ao PRIMEIRO FERIADO OFICIAL de Berkley?
O Mundo dos Escandinavos ou Vikings há mil anos!
Nos Estados Unidos da América continua a haver ainda hoje um grupo poderoso de escandinavos, especialmente composto pelos descendentes dos países nórdicos, que defendem acerrimamente que os vikings ou nórdicos conseguiram navegar, há mil anos, até à Baía de Narraganset, hoje coração do Estado de Rhode Island, nos E. U. A. Isto é uma grandessíssima MENTIRA porque os barcos que os vikings possuíam naquela altura, usavam apenas uma vela quadrada, NUNCA poderiam navegar CONTRA a forte Corrente do Golfo e atingir o Cabo dos Bacalhaus.
Aqui está um mapa que mostra claramente o mundo verdadeiro da navegação dos vikings há mil anos.

A única corrente marítima dominante DA Europa PARA a América do Norte é a Corrente da Gronelândia. Mas esta corrente não passa para baixo da latitude da Terra Nova por impedimento da corrente muito mais forte chamada Corrente de Golfo.
Este mapa mostra que os vikings conseguiram navegar até ao Labrador e Terra Nova. Por isso acreditamos e aceitamos que os vikings chegaram, há mil anos, até L’Anse aux Meadows, na parte mais norte da Terra Nova.
Para que pudessem navegar mais para o sul, os vikings tinham que ter uma vela triangular ou latina para poderem navegar à bolina, ou navegar em zig-zag contra o vento. Só as caravelas portugueses é que possuíam as velas latinas…
Ainda hoje podemos demonstrar cientificamente que foi assim que se as navegações dos vikings tinham que ser. Temos as mesmas condições laboratoriais que são a Corrente dominante da Gronelândia que já existe há mais de cem milhões de anos. Construindo um barco igual ao dos viking, de há mil anos, com uma vela quadrada e pô-lo a navegar ao sabor da Corrente da Gronelândia, vamos observar para onde é que esse mesmo barco vai seguir…. Verificaremos, AINDA HOJE, que o tal barco dos vikings NUNCA poderia navegar para além do sul da Terra Nova…
Quem quiser continuar a teimar que os vikings há mil anos foram capazes de navegar até ao Cabo dos Bacalhaus, só revelará muita ignorância a respeito das correntes dominantes do Oceano Atlântico que continuam constantes há mais de cem milhões de anos! As correntes dominantes do Oceano Atlântico têm um percurso sempre certo: no Atlântico Norte são no sentido dos ponteiros do relógios e no Atlântico Sul são no sentido contra relógio. Devemos notar mais uma vez que as forças que faziam andar os barcos à vela, há mil ou quinhentos anos, eram as correntes dominantes marítimas e as correntes dominantes dos ventos… Não havia navios com motores a diesel naqueles tempos…. Portanto os vikings que fiquem lá com o L’Anse aux Meadows, que bem o merecem, mas no que diz respeito à Pedra de Dighton, à Torre de Newport, ao Forte de Ninigret, tenham paciência porque não têm direito absolutamente nenhum! Ámen!