O meu inimigo número dois!  Alberto Vieira


Por Manuel Luciano da Silva, Médico

 

Nunca pensei que durante a minha vida viesse  a encontrar “O  meu inimigo número dois”,  no maravilhoso Arquipélago da Madeira composto pelas ilhas de Porto Santo e Madeira! Mas parece que tudo é possível neste planeta!...

Foi um membro do Clube dos Rotários de São João da Madeira, (curioso, da Madeira, mas no Continente Português),  que me enviou uma cópia do artigo escrito pelo Alberto Vieira  intitulado  “O Falso testemunho dos navegadores insulares”  publicado no jornal “Diário de Notícias” da cidade  do Funchal,  no dia 2 de Agosto de 1992. Já lá vão dezoito  anos e eu sem saber de nada deste ataque detestável,  que se presume ser  à minha pessoa.

Que mal é que  eu jamais fiz ao Alberto Vieira para ser assim tão mal tratado e ofendido?

Admira-me o director do  jornal  “Diário de Noticias” ter permitido a publicação dum artigo que até um cego pode ver que se trata obviamente  de má língua  e não do tratamento  sério dum capítulo da  História  de Portugal.  

Aqui está o artigo do Alberto Vieira como foi publicado no “Diário de Notícias” do Funchal, Madeira.  Para mais  fácil leitura passámos o texto do artigo para o computador.

            Para ver o original no “Diário de Noticias” do Funchal clique  aqui:

 

 O falso testemunho dos navegadores insulares

Por Alberto Vieira

Ir a Fall River e não ver a pedra de Dighton será certamente o mesmo que ir Roma e não  ver o Papa. E, dizem alguns, para um português é uma falta de patriotismo imperdoável. Ainda mais num ano em que se comemora o descobrimento da América.

Por isso, aquando da nossa passagem por Taunton manifestamos interesse em visitar a tal pedra, ansiosos de descobrir os ancestrais  traços epigráficos da presença lusíada nestas paragens. Não o fazíamos como peregrinação de plena aceitação do feito, no fundo, dávamos resposta a um velho desejo de ver in loco a pedra da discórdia. Mas, ao chegarmos ao local, em vez de uma patrioteira manifestação de portugalidade, neste ano de Colombo, vimos a pedra abandonada, o parque fechado sem possibilidades de acesso. E, recorde-se, o nosso cicerone era um dos descendentes desses Corte Reais ( o sr. Miguel Figueiredo Corte Real) renitente, como  nós, em aceitar tamanha falácia.

O seu principal protector, Luciano Pereira da Silva, médico em Bristol, que pensava ver na pedra o caminho para a imortalização neste ano do  quinto centenário da descoberta da América, diz-se agastado com a comunidade cientifica quem segundo ele, se negou a aceitar mais esta prova insofismável da portugalidade nas terras americanas. Dos muitos que o criticaram e puseram a ridículo as suas teses, ele aponta três – Francis Rogers, Luís Albuquerque e Onésimo Teotónio  de Almeida – a quem chama  “os três amigos da onça”.

A História não é nova, tão-pouco a pedra foi descoberta por Luciano Pereira da Silva, actual  é o empenho deste médico em ver imortalizado  seu nome ao lado do Infante D. Henrique, como defensor do descobrimento Português da América. Note-se que  no seu livro “Os Pioneiros Portugueses e a Pedra de Dighton” publicado em 1971 em inglês e traduzido em 1974, a capa é deveras elucidativa. Ao lado do Infante D. Henrique pensativo, figura o autor deste ensaio a dizer-nos que é o Infante D. Henrique da actualidade e, portanto,  conhecedor dos segredos dos  navegadores quatrocentistas, atrevendo-se, mesmo, numa cerimónia pública a desfilar com as vestes  do infante à painel de Nuno  Gonçalves. É caso para dizer: só na América!?  

A pedra foi primeiro descoberta em 1680 por John Danforth, que dela faz um desenho. Era mais uma, entre muitas, onde qualquer aventureiro, de antanho ou de hoje,  poderia escrever o seu nome, o da sua armada e outros elementos figurativos,  a seu gosto. Até  aqui nada de anormal.  O pior foi quando o psicólogo Edmundo Delabarre, da Brown University declarou, em 1916, ter  visto na pedra a seguinte inscrição: “Miguel Corte-Real, por vontade de Deus, aqui duque dos índios, ano  do Senhor  1511”.

A notícia chegou a Portugal, a través do livro publicado em, 1928, motivando o debate de alguns historiadores portugueses, como Cordeiro de Sousa (1934), Gago Coutinho  (1938) e Damião  Peres. Deste, apenas  Gago Coutinho se manifestou favorável em aceitar a hipótese de leitura. A estes acresce a mais recente aportação  do Prof. Luís de Albuquerque, que surge como resposta a novo assalto de Luciano da Silva. Quando a questão parecia encerrada eis que aparece o Dr. Luciano Pereira da Silva a retomar a tese de Delabarre, acrescida de novos argumentos da sua fértil imaginação. Primeiro apresentou-a em Lisboa no Colóquio Internacional dos Descobrimento Portugueses (1960), pensando conquistar a comunidade científica com tal achado. Não contente, com o desprezo a que foi votado, regressou, alguns anos  depois, com um livro que continuou a não ter qualquer  aceitação da comunidade científica. Na década de oitenta, a proximidade das comemoração do quinto centenário do descobrimento da América levou a que o mesmo ressuscitasse a sua pedra, com o intuitos  de ser alvo das atenções da comunidade cientifica e política.  As colunas do “Portuguese Times”  insuflaram o debate e, mais uma vez, parece ter sido uma entrada  em falso. Dos que frisaram uma campanha cerrada contra este patriotismo balofo do Dr. Luciano conta-se o Onésimo Teotónio de Almeida, que, em diverso escritos, aclarou o logro. Note-se que já em 1976, por altura das cerimónias comemorativas do bicentenário da independência dos EUA, o mesmo havia parodiado a leitura das inscrições  da pedra numa rábula com o título  “…O mistério da Pedra de Dighton “… depois publicada no livro “Ah mònim dum corisco!” 

A questão da pedra de Dighton, que tanta  tinta fez correr no mundo luso-americano poderá, à partida, ser uma questão de somenos importância para a comunidade científica portuguesa, que, por vezes, vacila entre o esquecimento  e a reprovação não convincente. Todavia a realidade é completamente distinta.  Ao  afirmar-se, peremptoriamente, este incógnito pedregulho como o testemunho da descoberta  portuguesa da América, está-se a achincalhar a memória  dos navegadores  portugueses que perderam a vida nessa busca  incessante das terras ocidentais. Fundamenta-se os factos em falsas ilusões, esquecendo-se as verdadeiras provas e argumentos que dão conta da presença dos marinheiros insulares nesta paragens.

Ao pretender afirmar-se a pedra de Dighton como o testemunho indispensável  da descoberta portuguesa da América, cai-se  no descrédito a comunidade científica, de modo especial a americana, que acaba de desconfiar, mesmo dos fundamentos, argumentos aceites e   coevos dos documentos cartográficos e diplomáticos seguros. Esta situação, que poucos de nós se aperceberam, merece  ser equacionada quando se debate a veracidade  ou não dos hieróglifos, ditos  portugueses, da Pedra.

É caso para dizer que o feitiço volta-se contra o feiticeiro. Pois o falso patriotismo, de alguns, em vez de valorizar a nossa aportação à História Universal faz com que sejam postos a  ridículo por todos. Sucedeu assim com a pedra de Dighton, como com a questão da nacionalidade portuguesa de Colombo. É  caso para dizer: História é um assunto por demais sério  e fundamental da nossa vivência que não pode ser vilipendiado por falsos profetas  dos nossos feitos. Tão-pouco estamos mandatados para abusar dos,  poucos, sentimentos de portugalidade dos nossos  emigrantes para dar expressão aos excessos da nossa loucura!

   Influência maligna do “Meu Inimigo Número Um!”


Quando li este artigo vi imediatamente que o cérebro do Alberto Vieira tinha sido lavado pela influência maligna do Onésimo, que  eu considero o “Meu Inimigo Número Um!”, e    sobre o qual eu  explico pormenorizadamente  as qualidades deste  impostor e aldrabão,  na minha página na Internet, bastando clicar nesta ligação:

               http://www.dightonrock.com/omeuinimigonumeroum.htm

O  artigo escrito pelo Alberto Vieira não tem valor nenhum sob o ponto de vista histórico. O Alberto Vieira quis fazer o frete ao Onésimo para me atacar pessoalmente. Perdeu o tempo inutilmente  e deve ter  agora vergonha de o ter escrito, se é  que  lhe resta algum consenso patriótico pela História  de Portugal.

Um artigo desta categoria  revela bem a falta de seriedade que o Alberto Vieira tem  pelos monumentos históricos que estejam relacionados com a epopeia dos Descobrimentos Portugueses.

Todo o historiador que  coloque  os seus  interesses pessoais – até  vingativos - acima dos valores históricos dum monumento,  podemos considerar esse indivíduo  um traidor à Nação.  Ninguém, mesmo ninguém,  tem direito de  se expressar,  egoisticamente, como superior ao valor histórico de qualquer monumento. Foi o  que  o Alberto Vieira revelou  com este artigo. Colocou-se, “falou de cima da burra”, numa atitude  superior, menosprezando  o valor histórico das  inscrições gravadas na face da Pedra de Dighton pelo navegador  Miguel Corte Real. Isso é uma atitude até criminosa, porque em vez de defender a verdade histórica propagou a confusão,  a mentira e  a maldade! Um historiador sério NUNCA faz uma coisa dessas!  Quanto mais não seja,  deve  respeitar o monumento histórico.  E quando não sabe interpretar o monumento em causa, deve ter a franqueza de dizer que não sabe, mas que quer aprender. Se o Alberto Vieira fosse um historiador probo  não teria escrito este artiguelho  e muito menos tê-lo propagado como fez enviando-o para o “Diário de Notícias” do Funchal.  Concentrou as suas energias em me atacar  maleficamente, sem me conhecer pessoalmente, em vez de analisar  o valor histórico  das inscrições gravadas na Pedra de Dighton. Que raio de merda de historiador podemos considerar o Alberto Vieira?

                                                                 Quem é Alberto Vieira?

Mas afinal quem é este Alberto Vieira que eu  nunca vi mais gordo e me ataca assim  tão ferozmente?

Consultando a Internet vim a saber que Alberto Vieira  é uma figura muito importante na Madeira, considerado um dos maiores historiadores  actuais  na cana do açúrar e do vinho da Madeira e tem um cargo, um tacho,  muito importante que é  ser  o Chefe da Educação e Cultura do Arquipélago. Isto não é  brincadeira nenhuma!    Isto é uma posição de muita responsabilidade. Vejamos a informação que ele apresenta na  Internet: 

ALBERTO VIEIRA, SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA/RAM
CENTRO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA DO ATLÂNTICO

Rua das Mercês, 8
9000-224  Funchal

Telef.(35191)291214970
Fax: (35191)223002


Email:
 
alberto.vieira@madeira-edu.pt//avieira@inbox.com

Website:
 
http://alb.alberto.googlepages.com/home

Pelos vistos o Alberto Vieira é o chefão,  é  uma autoridade,  um mandão,  um sabichão  que ninguém se atreve a contestar,  muito menos refutar.  É um verdadeiro manda chuva!  Até ficamos com a impressão que ele  é que orienta não  só os Membros do Governo Central,  mas também os governantes da  Cidade do  Funchal e do Porto Santo com  os seus caprichos   de educador  nas escolas públicas e liceais incluindo a Universidade da Madeira?!

Com estes títulos todos e posição tão poderosa e destacada, é mesmo para assustar qualquer pessoa. Eu é que  não me assusto  com qualquer coisa e muito menos com a personalidade do calibre o Alberto Vieira.

O Alberto Vieira é  um espertalhão. Vejam a cápsula  de protecção que  ele  conseguiu arranjar criando várias comissões  para as quais  ele convidou  os lidadores educacionais e governamentais não só  na Madeira  mas também fora daquele arquipélago.  Isto é um estratagema  para poder actuar à vontade e com autoridade  para  convencer  as várias intelectualidades  que fazem parte das suas várias actividades que ele chama históricas,  culturais e até académicas.

As personalidades ligadas ao Alberto Vieira, quer queiram quer não, formam um número impressionante como Membros da Associação Científica do Atlântico chefiada pelo Alberto Vieira. Só na  Direcção ele  tem 18 elementos. No Conselho Científico tem 18 personalidades. Mais 15 Professor-Doutores  e Mestres da Madeira. Mais ainda Representantes das Escolas, Institutos e Universidades são doze.  No Conselho Consultivo são oito.

Qual é a verba do Alberto Vieira e donde é que vem as massas para manter toda esta malta? Não há ninguém dos médias na Madeira que responda a esta pergunta?

                                                  Alberto Vieira  "envenenado"!

Ao lermos o artiguelho escrito pelo Alberto Vieira é fácil verificarmos que  o Alberto Vieira foi emprenhado, ENVENENADO pelos  pareceres  do “Meu Inimigo Número Um” – Onésimo --  o qual eu retrato na minha página na Internet e que  já foi lido por muitos milhares de pessoas tanto em português como em inglês. Basta clicar nesta chave electrónica para ir directamente  ao meu  referido artigo.

  Português:  http://www.dightonrock.com/omeuinimigonumeroum.htm

   Inglês:         http://www.dightonrock.com/myenemynumberone.ht

                                               Os Métodos  científicos  da Medicina

Eu exerci durante quarenta e cinco anos,  nos Estados Unidos da América, a especialidade de  Medicina  Interna.  Tive ocasião de ver muitos milhares de cancros humanos. Uns malignos e outros curáveis. 

Nas minhas investigações históricas usei sempre  os mesmos métodos científicos  da medicina, para alcançar os meus diagnósticos históricos. Por isso tenho sido capaz de descobrir coisas que  os chamados historiadores profissionais falharam em diagnosticar.

Devido à influência da minha profissão  médica  tenho distinguido  também uma variedade de cancros sociais. O Onésimo é um cancro social INCURÁVEL!   O Alberto Vieira é um cancro social CURÁVEL,   se tiver “cojones” para vir à América e examinar comigo a face da Pedra de Dighton, cara a cara. Que venha cá que eu terei muito gosto em abrir o  Museu  da Pedra de Dighton Rock, especialmente,   para ele tocar,  apalpar  a face da Pedra e examinar  as inscrições epigráficas  até com  a luz tangencial. Um bom médico  para fazer um diagnóstico correcto  tem que EXAMINAR  directamente o doente. Não deve fazer o diagnóstico a três mil milhas de distância. Desta maneira nunca mais poderá  assinar  um diagnóstico certo, nem muito menos receitar, porque está sujeito  a matar o doente. Isso NUNCA  se deve fazer. Foi o que Alberto Vieira fez com a Pedra de Dighton.  Isso só revela incompetência profissional!   Em pleno tribunal o Alberto Vieira perderá  a questão jurídica e nunca mais poderá usar a sua profissão de historiador!

Uma verdade impressionante!  Um médico pode ser historiador, mas um historiador não pode ser médico.

O  grande cientista Albert Einstein em 1950 afirmou:   

“Os grandes espíritos sempre encontrarão violenta oposição por parte dos medíocres!”

“É mais fácil destruir um átomo do que um preconceito!

 

Mais verdades históricas pronunciadas  pelo famoso Padre António Vieira, há mais de três séculos e meio:

"Defendeste a Pátria?

Cumpriste o teu dever.

A Pátria foi ingrata?!

Fez o que costuma fazer!"

                As minhas dádivas à Madeira e a Porto Santo

Vejamos agora as diferenças que há entre mim e  o Alberto Vieira. Eu não tenho nenhum tacho do governo português. Tenho feito as minhas investigações  históricas, à minha custa,   com o objectivo  de descobrir  a verdade histórica, usando como já  disse acima,  os mesmos  métodos  científicos da  Medicina.  

Já escrevi oito  livros, todos esgotados  e tenho catorze  copyrights na Biblioteca do Congresso Americano.  O meu primeiro livro publicado em 1971, intitulado “Portuguese Pilgrims and Dighton Rock”, mereceu um doutoramento por  uma Universidade Americana, no dia 10 de Junho de 1972.  Isto ANTES  do Onésimo vir para a América!!!

Já existe na Biblioteca Central do Funchal um exemplar da minha  edição  portuguesa sobre a Pedra de Dighton intitulado  “Os Pioneiros Portugueses e a Pedra de Dighton”.

Ofereci já  exemplares das edições portuguesa e americana,  às Bibliotecas do Funchal, do Porto Santo e  até da Diocese do Funchal,  dos nossos dois últimos  livros  intitulados “Cristóvão Colon (Colombo) era Português!”  e  “Christopher Columbus was Portuguese!”  Ambas estas edições têm informação detalhada e actualizada sobre as inscrições portuguesas  gravadas na Pedra de Dighton por Miguel Corte Real.

Devo esclarecer aqui que o nosso livro sobre o Colombo foi adaptado ao cinema pelo Mestre Manoel de Oliveira  com o titulo “Cristóvão  Colombo, O Enigma”, cuja produção cinematográfica, -- defendendo a portugalidade do navegador, --    ganhou a Medalha de Ouro  no Festival Internacional de Veneza, na Itália!  E na ilha de  Porto Santo continuam a  festejar   que o navegador  era italiano! É  de bradar aos céus!  Que coisa tão estúpida!

Seria de muito bom proveito,  se o Alberto Vieira pegasse o touro pelos cornos e lesse gratuitamente  estes nossos livros, para começar  a enfrentar a verdade e  passar  a exercer a sua  influência POSITIVA no valor histórico  marítimo  do Arquipélago da Madeira e do Porto Santo. O Alberto Vieira  tem o queijo e a faca na mão.   Foi, infelizmente,  ENGANADO  pelo peçonhento  Onésimo.  Oxalá o Alberto Vieira  passe   para o campo da verdade e deixe de ser subjugado pela malvadez do Onésimo porque  este  vai ter um fim muito triste. Vai ficar na história luso-americana  como a pior, a maior  e mais nojenta  nódoa da Comunidade Portuguesa na América do Norte!  

                                          O que é que Alberto Vieira  pode e deve fazer?

Deve estudar,  enfrentar  e analisar os  vários documentos COEVOS  sobre a veracidade da portugalidade do navegador Cristóvão  Colon (Colombo).

Deve examinar, duma forma  independente,  esta série de documentos:

(1)   Duas Bulas Papais de Alexandre VI  de 1493 com o nome escrito em português antigo:  CRISTOFÕM  COLON

(2)   Decifração da Sigla ou assinatura criada pelo navegador

(3)   Decifração  do Monograma do Navegador

(4)   Bênção do Navegador para o filho legítimo Diogo Colon nas 12 últimas cartas  

(5)   Brasão Português do Navegador

(6)   40 nomes portugueses nas  Caraíbas no fim do século XV

(7)   Estudos do ADN – recentes provam que o navegador não era italiano, nem francês, nem espanhol!  Por exclusão de partes tem que ser português.

Tenho a certeza que se o Alberto Vieira examinar com tranquilidade toda esta documentação vai  passar a ser um defensor acérrimo da portugalidade do  navegador Cristóvão Colon e  a exercer  a sua influência  política  para  que  se acabe com o patrocínio,   duma vez para sempre,   à  vergonhosa semana de  festas    que todos os  anos  se tem  vindo a realizar no mês de  Setembro  na Ilha do  Porto Santo, -- gastando mais de cem mil  euros, -- para  homenagear  com cortejos  medievais, danças e cantares, celebrando  que  o célebre navegador nasceu em Génova, Itália, desprestigiando e menosprezando assim a  História  de Portugal. Isso não se deve fazer. Isso é  TRAIÇÃO  à História  de Portugal!

Espero que o Alberto Vieira  mude de atitude e de acção aproveitando esta  grande oportunidade para  se remir   dos seus pecados históricos, porque  infelizmente foi vítima  da malvadez do Onésimo

                                                            “Casa Colombo” em Porto Santo

No  fim de  Maio  de 2005,  a minha mulher Sílvia e eu fomos  visitar  o “Museu Casa Colombo” em Porto Santo. Não fizemos como o Alberto Vieira que veio à América e não entrou no Museu da Pedra de Dighton para depois  escrever   o tal artiguelho.

Nós visitamos, com muita atenção, a “Casa Colombo”  em Porto Santo e verificámos,  para nossa tristeza,  tratar-se  duma cagada!  Não tem NADA de verídico sobre o navegador Cristóvão Colon! O que está lá exposto não tem pés nem cabeça  e só confunde  os visitantes quer nacionais, quer estrangeiros. 

Podia ser realmente  uma coisa bela, como recomendarmos nos nossos  livros  tanto em português  como em inglês, mas pelos vistos não há ninguém, que grite bem alto para fechar aquela  “Casa Colombo” porque só está  a envergonhar todos os cidadãos  daquele arquipélago  ofendendo muito  a grandeza da História dos Descobrimentos Portugueses.

Aqui estão as minhas recomendações como se deve  fazer a exposição histórica na “Casa Colombo” na Ilha de  Porto Santo com estes dioramas em português e inglês:

(1)    O primeiro diorama deve ser  sobre a Escola de Navegação em Sagres demonstrando o objectivo principal da descoberta do caminho marítimo para a Índia;

(2)    Segundo diorama, revelará  a chegada dos navegadores à Ilha do Porto Santo com um modelo da praia  e da caravela e salientar o significado  que esta foi a primeira  descoberta portuguesa;

(3)    Terceiro, o princípio da colonização  na Ilha do Porto Santo, com os coelhos, com os cereais e com homens, mulheres e animais domésticos;

(4)    Outro diorama sobre  a descoberta da ilha da Madeira e a chegada ao ilhéu hoje chamado de São José e a história do nome de Madeira  e futuro desenvolvimento;

(5)    Mais outro diorama comparando os descobrimentos marítimos portugueses com as explorações  do Espaço Exterior, demonstrando com cartografia e fotos que as explorações do Espaço Exterior são  a continuação do espírito descobridor da Humanidade que inspirou os  portugueses nos séculos XV e XVI e que  Portugal foi a primeira nação no  mundo a iniciar a globalização que agora está tanto em moda;

(6)    E finalmente um diorama sobre as relações históricas do Cristóvão Colon (Colombo) com os seus familiares nas Ilhas de Porto Santo e da Madeira e a sua descoberta da América Central em 1492.

Quem é que vai pagar estes dioramas? Os seis bancos portugueses que fazem negócios  neste arquipélago,  dando a cada um o respectivo crédito. 

                                           

                                            Perguntas oportunas:

É  oportuno perguntar aqui publicamente se o Alberto Vieira é  o responsável por aquela porcaria que  está  dentro da “Casa Colombo” ou se aquilo é  da responsabilidade  do Presidente  da Câmara Municipal de Porto Santo ou até  do Presidente do Governo Regional, Dr. Alberto João Jardim?

Alguém tem que ser responsável por aquele aborto. Corrija-se para maior orgulho dos madeirenses e  dos porto-santenses!

                           Autoridades Financeiras da Madeira e do Porto Santo

Fomos informados que a “Semana do Colombo” que se realiza anualmente  em Setembro na Ilha do Porto Santo é  um autêntico carnaval e que não tem NADA de histórico!  O grande impulsionador destas grandes festas carnavalescas tem sido o Alberto Vieira, gastando-se mais de 100.000 euros do Governo Regional,  portanto dinheiro do povo!

O Presidente do Governo, Dr. Alberto João Jardim,  todos os anos,   em Setembro,  tem ido passar as suas férias à  Ilha Dourada ou Porto Santo. Só o Dr. Jardim é que tem coragem e liderança para dar ordem ao  CANCELAMENTO da “Semana do Colombo”  e usar os mais de CEM MIL  euros para a  feitura dos seis dioramas para a “Casa do Colombo” e ainda vai  crescer muito dinheiro para ajudar as vitimas das inundações e derrocas de que a Madeira foi vitima! 

Mas a parte mais importante é que com os novos dioramas  na “Casa do Colombo”,  o povo português e os estrangeiros irão apreciar o verdadeiro valor histórico das ilhas do Porto Santo e da Madeira e projectar esse arquipélago,  internacionalmente,  como pioneiro na epopeia dos descobrimentos marítimos!

                                                                                                          ALERTA

Irei enviar por e-mail um ALERTA  sobre  o conteúdo deste artigo aos meios de comunicação, às autoridades, aos políticos   e  às muitas pessoas  ligadas ao  Alberto Vieira  para  elas ficaram a saber com quem têm estado a lidar  e para fazerem assim  a sua apreciação  baseada nesta informação pública.

Ninguém se deve considerar acima do Património  Histórico da Madeira e do  Porto Santo. Se o fizer por razões pessoais, para defender o seu tacho,  prejudicará a verdade História dos madeirenses e passará a ser um TRAIDOR!  Que haja transparência completa nesta discussão.  O meu  único  interesse é  dar à Madeira e Porto Santo  o que  na verdade lhes pertence.

                                                  Réplica da Pedra de Dighton no Funchal

O Alberto Vieira está com sorte porque eu tenho vindo a  preparar para ele toda  papinha sobre a relação da Pedra de Dighton com ao Arquipélago da  Madeira.

Porque é que resolvemos mandar uma Réplica feita de fibra de vidro para o Funchal?

Ver artigo explicativo por meio desta  ligação electrónica:

http://www.dightonrock.com/replicadapedradedightonparaamade.htm 

 

             Já existem  cinco Réplicas  da Pedra de Dighton em Portugal:

(1) A primeira está junto à  entrada do Museu de Marinha nos Jerónimos em Belém.

(2) A segunda  está no  Museu de Oliveira de Azeméis,  cidade onde em fiz o meu liceu. 

(3) A terceira  está exposta no pátio da Biblioteca com o meu nome na aldeia de Cavião, Vale de Cambra.

(4) A quarta está em exposição  na Promenade na Cidade do Funchal, Madeira.  

(5) A quinta já está na Vila da Lagoa, nos Açores para  dar entrada no Museu em frente à Câmara Municipal.

Cada Réplica, se fosse encomendada, custaria a bonita quantia de  22 mil dólares.  Felizmente  consegui coordenar as boas  vontade dos donos do  grande estaleiro TPI  em Warren, Rhode Island USA,  que ofereceram  toda a matéria química e  consegui que  dezenas de trabalhadores emigrantes do Açores oferecessem, por amor pátrio português, a sua mão de  obra!!!

As Réplicas foram feitas cientificamente, porque o  molde da face da Pedra de Dighton foi obtido  cientificamente. Quando observarmos a superfícies de todas as Réplicas notamos até os poros da própria Pedra de Dighton, como demonstração  de que  todas as réplicas  foram feitas cientificamente.

Cada Réplica da Pedra de Dighton vai durar mais de um milhão  de anos porque foram feitas  de fibra de vidro. Cada Réplica  tem uma área de 55 pés quadrados.

A melhor maneira  de verificarmos as  inscrições  portuguesas nas Réplicas deve ser de noite e usar uma lanterna eléctrica com luz rasante para fazer contraste com as gravações e assim podermos notar  bem  os sinais  nacionais portugueses,  a data de 1511 e o nome de Miguel  Corte Real.

               Queriam leiloar a Réplica que foi enviada para a Madeira!

O envio da Réplica para a Madeira foi um parto dificílimo.

As ligações por navio da Nova Inglaterra para Funchal são caras e  péssimas.

Despachámos a caixa com a Réplica  para Lisboa, mas depois  para fazer a ligação  por navio de Lisboa  para o Funchal é que  a porca  torceu o rabo… 

Apesar de endereçarmos a caixa  ao Dr. Alberto João  Jardim, Presidente do Governo, mesmo  assim a Réplica esteve várias semanas no armazém da doca de Lisboa a ponto  de chegar a ser incluída na lista dos objectos para serem leiloados!!! 

Só depois de usarmos  muita pressão em vários sentidos é  que a Câmara  Municipal  do Funchal assumiu a responsabilidade de desembargar a Réplica da Alfândega em Lisboa para  poder seguir para o Funchal!!!

Estamos muito  gratos aos Serviços Camarários  do Funchal pelo cuidado e despesa do transporte de Lisboa para o Funchal  e em colocar  a Réplica  como monumento na Promenade.

Falta ainda organizarem uma inauguração da Réplica, com  a presença do Bispo do Funchal e das Autoridades Madeirenses, Históricas, Educacionais e  Governamentais.

Qual é o significado Histórico de mandarmos uma Réplica da Pedra de Dighton para a Madeira?

                    Veja esta ligação electrónica: 

http://www.dightonrock.com/replicadapedradedightonparaamade.htm 

 

O que é que o Presidente do Governo Regional, Dr. João Alberto Jardim,  pensa do nosso  livro

Cristóvão Colon  (Colombo) era Português”?

                                                      Veja esta ligação electrónica:  

http://www.dightonrock.com/replicadapedradedightonparaamade.htm 

 

                                  Centro Cristóvão Colon em Cuba, Alentejo, Portugal

Incorporou-se  há dois  anos uma organização não lucrativa na Vila de Cuba,  Alentejo,  da qual eu faço parte  da lista dos Sócios Fundadores. Esta instituição – Associação Cristóvão Colon -- tem por objectivo principal defender e propagar, baseada em documentação verídica,  a Portugalidade  do Cristóvão Colon (Colombo. O Presidente de Câmara de Cuba, o Sr. Francisco Orelha, tem sido um grande impulsionador desta  Associação  de tal modo que   consegui arranjar um edifício para sede da novel  organização histórica, a qual será inaugurada no próximo mês de Setembro de 2010, com o nome de  Centro Cristóvão Colon.                          

A Vila de Cuba já inaugurou,  em 28 de Outubro de 2007,  uma estátua de bronze ao Navegador  Cristóvão Colon que está exposta  no centro  da Vila de Cuba, mesmo em frente ao Palácio da Justiça.

 

Estátua Cristóvão  Colon em frente ao Tribunal da Vila de Cuba, no Alentejo

Esta estátua é a única no mundo que tem o nome  correcto - Cristóvão Colon

 

Os Presidentes de Cuba, Alentejo, Sr. Fernando Orelha,  e da Cidade  do Porto na Ilha de Porto Santo, Sr. Roberto Paulo Cardoso Silva,  deviam juntar-se  para trocar informações históricas e documentais,  para que  os porto-santenses acabassem duma vez para sempre com as festividades setembrinas alusivas à origem italiana  do  Navegador. Isso é uma pouca vergonha! 

Devemos esclarecer que todos os documentos que se referem à teoria genovesa foram examinados cuidadosamente e TODOS são FALSOS! 

Doravante devíamos pôr COMPLETAMENTE de parte a teoria  genovesa e concentrarmos  TODAS as nossas energias na Portugalidade do Navegador.

Isto é uma responsabilidade muito grande porque durante muitas gerações o povo português foi ENGANADO pelos chamados historiadores que nos ensinaram que o nome do Navegador era “Colombo”. Colombo quer dizer “pombo” e o Navegador nunca foi “pombinho”  nenhum!... O nome dele verdadeiro  era Cristóvão Colon como foi escrito nas Bulas Papais!  Esta é  uma  verdade histórica que os porto-santenses deviam abraçar  entusiasticamente   assim como todos os madeirenses porque essa grande honra  pertence-lhes!

Quem quiser saber mais sobre a Associação Cristóvão Colon em Cuba, Alentejo e até  poder a vir a ser sócio da mesma,  basta contactar o presidente  da mesma  organização,  Engenheiro Carlos Calado, usando este e-mail e consultando até a website:

 E-mail: asso.cristovaocolon@gmail.com

 Website:   www.amigosdacuba.no.sapo.pt

Conclusão:

Espero que este artigo seja irritante para o Dr. Alberto Vieira e para os Governantes e Educadores na Madeira e em Porto Santo.

Dêem-me licença para terminar com esta observação. Coloquem o Património do Arquipélago da Madeira acima de todas as coisas!

Examinem bem o valor histórico da Pedra de Dighton e a Portugalidade do Navegador Cristovão Colon (Colombo).

Ponham de parte todas as quizílias que existam entre o Luciano e o Onésimo!

Há males que vêem por bem! Oxalá esta discussão pública  estimule uma maior concentração no valor extraordinário do Património Histórico das vossas duas ilhas!

Bem hajam pela vossa atenção!