A Teoria
Portuguesa é a ÚNICA
verdadeira gravada na Pedra de Dighton!
Eu exerci Medicina Interna durante 45 anos. Examinei da cabeça aos pés várias centenas de milhares de doentes. Depois coordenei todos os exames laboratoriais de urina, sangue, raios X, Tacs, Ressonâncias Magnéticas, electrocardiogramas, etc. Todos os dias usei os métodos científicos da medicina para obter os diagnósticos médicos. Durante a minha vida profissional fiz quase um milhão de diagnósticos médicos e muitos deles entre a vida e a morte! Obviamente tenho sido um cientista!
Quando os membros dos médias me perguntam em que universidade é que eu tirei um curso superior de história para poder fazer descobertas ORIGINAIS em documentos históricos, a minha reposta para eles tem sido sempre muito franca e directa.
Eu tenho usado exactamente os mesmos métodos científicos da medicina nas minhas pesquisas históricas! Tenho feito aos documentos históricos autópsias médicas!
Toda a gente pensa que as
autópsias são só para os cadáveres! NÃO! A palavra autópsia é composta por
AUTO que quer dizer PRÓPRIO, mais OPSIS que quer dizer
VISÃO.
Quem quiser diagnosticar CORRECTAMENTE as inscrições da Pedra de Dighton tem
que lhe fazer uma autópsia! NUNCA se deve emitir uma opinião a três mil milhas
de distância. Desta maneira irá apresentar um relatório autopsial fraudulento!
Terá que examinar as inscrições cara-a-cara de noite, com luz rasante ou
tangencial!
Diferenças entre Hipótese e Teoria.
Se consultarmos o grande Dicionário de Webster veremos o seguinte:
Hipótese
é uma palavra grega composta por:Hypo,
significa - debaixo – é um prefixo que quer dizer debaixo, abaixo do normal ou deficiente.Hipótese
--. Significa – suposição, simples tentativa, proposição que está sujeita à prova experimental ou estatística.Teoria
é derivada de THEOS que quer dizer: deus ou perto de deus.Teoria
significa – uma explicação baseada na observação e raciocínio especialmente se já foi posta à prova por meio de testes e confirmada por vários factos relacionados.Vamos então examinar as Hipóteses Fenícia e Viking ou Escandinava.
Vamos verificar que ambas não passam de infelizes hipóteses…
Os proponentes das hipóteses Fenícia e Viking procederam muito mal!
Emitiram os seus diagnósticos das inscrições da Pedra de Dighton quando estavam a MAIS de três mil milhas de distância, mas ainda por cima FALSIFICARAM os documentos para coincidirem com as suas PRECONCEBIDAS hipóteses! Isto em medicina é claramente considerado MALPRATICE e até CRIMINAL!
Hipótese Fenícia

Foto do desenho com o fálus adicionado por Gebelin
Esta hipótese foi proposta em 1781 por Antone Court de Gebelin de Paris, França, a mais de três mil milhas de distância. Este arqueólogo francês NUNCA viu as inscrições da pedra cara-a-cara. Baseou as suas interpretações na mitologia fenícia. Gebelin ADICIONOU ao desenho das inscrições que recebeu da América um símbolo FÁLICO ou PENIS. Embora tivesse sido o povo da Fenícia quem primeiro usou o termo fálico para designar pénis, o facto é que NUNCA existiu nenhum pénis gravado na face da Pedra de Dighton! O símbolo nacional da Fenícia tem sido um pinheiro e não um pénis! Ainda hoje o Líbano -- que corresponde ao território da antiga Fenícia -- apresenta uma bandeira nacional com um Pinheiro na parte central.
Em conclusão a chamada hipótese fenícia é falsa, FRAUDULENTA e deve ser ABANDONADA DUMA VEZ PARA SEMPRE.
Hipótese Viking ou Escandinava

Foto do desenho com as 3 letras FIN que o Rafn adicionou
Esta hipótese foi proposta em 1837 por Carl Christian Rafn (arqueólogo) de Copenhaga, Dinamarca, a mais de três mil milhas de distância da Pedra de Dighton.
Rafn NUNCA viu as inscrições cara-a-cara. Ele baseou as suas interpretações na informação que obteve das chamadas Sagas Escandinavas que relatam que um navegador Thorfinn Karlsefin fez uma viagem à América do Norte pouco depois do ano 1000.
Para fazer coincidir a sua PRECONCEBIDA teoria, no desenho das inscrições que recebeu da Sociedade Histórica da cidade de Providence, Estado de Rhode Island, Rafn ADICIONOU, na parte central do desenho americano, três letras FIN para coincidir com o nome KARLSEFIN . Ora isto é inadmissível. É FRAUDULENTO. É MALPRACTICE. É CRIMINAL.
Em conclusão a chamada hipótese escandinava ou viking é FALSA e deve ser ABANDONADA DUMA VEZ PARA SEMPRE!
A Teoria Portuguesa é a ÚNICA verdadeira!
As mesmas regras de se fazer autópsia devem ser aplicadas também à teoria portuguesa.
Existem três homens que fizeram exactamente isso mesmo: examinaram a face das inscrições da Pedra de Dighton, cara-a-cara, durante mais três décadas, cada um. Nenhum destes três homens alterou qualquer desenho ou fotografia. Eles simplesmente LERAM o que ESTÁ GRAVADO na face da Pedra de Dighton.
Estes investigadores são:
Edmundo Burke Delabarre, fundador da Psicologia Experimental na Universidade de Brown em Providence, Estado de Rhode Island, EUA.
Joseph Dâmaso Fragoso, instrutor de Português na Universidade de Nova Iorque.
Manuel Luciano da Silva, diplomado pela Faculdade de Medicina Universidade de Coimbra e especializado em Medicina Interna pela Clínica Lahey de Bóston.
Todos estes três homens estudaram, cara-a-cara, as inscrições da Pedra de Dighton muitas vez com botas de água metidos na lama do rio Taunton! Leram assim directamente as gravações EPIGRÁFICAS da Pedra apresentando um RELATÓRIO CORRECTO DA AUTÓPSIA.

CONCLUSÃO das inscrições português:
Bandeira No. 1- Escudo português em foram de um "U"
Bandeira No. 2 – Cruz da Ordem de Cristo
Bandeira No. 3 – Escudo Português em foram de um "V"
Nome do capitão – Miguel Corte Real
Aqui estão os achados destes três homens:
( A ) - Em 2 de Dezembro de 1918, Delabarre declarou para a imprensa que tinha encontrado gravados na face da Pedra os seguinte elementos:
A data de 1511
O nome do navegador Miguel Corte Real
O Escudo Português em forma de um ‘V".
( B ) - Em Junho de 1951, Fragoso publicou na revista "O Mundo Lusíada", na cidade de Nova Iorque, um artigo no qual revelou a sua descoberta de três Cruzes da Ordem de Cristo e o Escudo Português em forma de um "U".
( C ) - Em 8 de Setembro de 1960, Luciano da Silva, no Primeiro Congresso Internacional da História dos Descobrimentos realizado na Universidade de Lisboa, Portugal, revelou a sua descoberta da QUARTA Cruz da Ordem de Cristo com as extremidades em 45 graus.
AINDA HOJE podemos ver todos estes símbolos portugueses GRAVADOS na face da Pedra de Dighton quando apagamos todas as lâmpadas dentro do pavilhão onde a pedra está protegida e USANDO uma pilha eléctrica LATERALMENTE, isto é, com LUZ RASANTE, detectamos nitidamente as inscrições portuguesas! É assim desta maneira tão simples que ainda hoje confirmamos a VERDADEIRA AUTÓPSIA das inscrições da Pedra de Dighton! Todo o resto são fantasias!
O Cartucho Histórico Português
Foi Jean-Francois Champollion quem primeiro usou o termo "Cartucho Histórico" quando ele decifrou o segredo da Pedra Rosetta entre 1822- 1824. Os nomes de Cleópatra e de Ptolomeu estavam gravados em caracteres hieróglifos egípcios os quais formaram, cada nome, um conjunto, como se fosse uma cápsula à qual ele decidiu chamar "Cartucho Histórico". No caso da Pedra de Dighton também temos um cartucho histórico. Aqui está ele:

Comparem os formatos das letras, dos algarismos e até dos ícones dos Símbolos
Nacionais Portugueses com as inscrições gravadas na face da Pedra de Dighton
Todas estas fotos foram tiradas durante the noite com luz rasante para obtermos um melhor contraste das inscrições gravadas na face da Pedra.


A data de 1S11 com o algarismo ‘5" em forma dum ‘S’ maiúsculo

Área da Bandeira No. 1 – lado esquerdo sem tinta Lado direito com tinta




As novas ideias levam muito tempo a serem aceites
Existem muitos exemplos de descobertas científicas muito importantes que NUNCA foram aceites pela humanidade enquanto os seus originadores eram vivos: Mendel que descobriu as leis da genética; Galileu que descobriu que a terra é que anda a volta do sol; Alfredo Wagner, meteorologista, que descobriu a teoria da separação dos continentes, etc.
Mas se existem muitas invejas no campo científico, nas histórico-filosóficas é muitíssimo pior. É preciso muitíssimo mais tempo para que as ideias novas sejam aceites pela humanidade. Muitos indivíduos possuem preconceitos e crenças como que fossem um "vírus" no seu cérebro que não lhe permitem ter coragem de enfrentar as verdades e por isso preferem viver continuamente num estado de negação!...
Delabarre cidadão de Berkley
Chegou a altura de declaramos em público que o povo de Berkley nunca se incomodou com a Pedra de Dighton. Porquê? Porque tem havido tanta confusão, tantas teorias disparatadas sobre as suas inscrições que realmente os berklianos NUNCA se quiseram envolver em tantas controvérsias. Temos que lhes dar razão!
Mas agora que chegamos FINALMENTE a uma conclusão CIENTÍFICA de que a Teoria Portuguesa é a ÚNICA VERDADEIRA!
Por esta razão chegamos à altura de contactarmos as autoridades governativas, culturais, escolares, sociais, profissionais e comerciais da Vila de Berkley para apreciarem o VALOR EXTRAORDINÁRIO deste monumento americano que é sem dúvida uma das pedras basilares da História desta grande nação. As inscrições gravadas na face da Pedra de Dighton é que são os factos da verdade histórica.
Devemos também SALIENTAR que foi um cidadão de Berkley quem primeiro fez o diagnóstico CERTO das verdadeiras inscrições gravada na Pedra de Dighton. Esse cidadão foi o Professor Edmundo Burke Delabarre que morou em Berkley na rua Grinnel varias décadas!
Duplos Aniversários
Berkley foi fundada oficialmente no dia 18 de Abril de 1735. Esta data devia ser já há muito tempo um Feriado da Vila. Será que poderíamos coordenar todos os esforço do povo de Berkley para no dia 18 de Abril do ano de 2011, celebramos os QUINHENTOS ANOS das inscrições verdadeiras da Pedra e darmos assim início ao PRIMEIRO FERIADO OFICIAL de Berkley?