Poema Acróstico ao Dr. Luciano da Silva

 

A Professora de Instrução Primária,   Dona Rosa Branca Tavares da Silva,  de Vale de Cambra, poetisa,  escreveu um poema acróstico, isto é, no qual  cada verso começa com a letra  sequente do meu nome, (o meu nome tem um total de 19 letras, portanto 19 versos)  e entregou-me a obra prima, no fim   dum belo  jantar oferecido,  a mim e à minha mulher,  pela sua filha, Dr. Cristina Almeira e  pelo marido Filipe.

 

Aqui está o referido poema,  exposto  pela primeira vez a público e com os meus sinceros agradecimentos, à Professora Rosa Branca. 

 

A Professora Dona Rosa Branca inspirou-se na inauguração da Biblioteca-Museu com o meu nome em Cavião, Vale de Cambra, no dia 12 de Junho de 2001.

 

Para o Sr. Dr. Manuel Luciano da Silva e

sua Excelentíssima esposa, D. Sílvia,

ofereço este insignificante poema,

que simboliza a nossa etema gratidão,

por tudo quanto fizeram pelo nosso

filho e nora.

18-6-01  

(a)  Rosa Branca Tavares da Silva

 

 

Dr. Manuel Luciano da Silva

Por Rosa Branca Tavares da Silva

Poema Acróstico

 

M édico por valor e devoção,

A ltruista, na forma de viver,

N otável e de excelente coração,

U tilizando mais o dar, que o receber!

E levado no nível social,

L igado à melhor sociedade,

L iberal e muito simples, afinal,

U nindo-se a todos, sem vaidade!

C redível e ilustre historiador,

I mpôs a sua tese ao mundo inteiro

A o provar, que o “Portugal Navegador”

N as inscrições de Dighton é o primeiro!

O breiro heróico que, apesar de viver,

D istante do Torrão onde nasceu,

A Pátria sempre soube enaltecer,

S emeando, sempre, os dons que Deus lhe deu!

I mensurável,  também, é  a semente

L ançada sobre nós, por sua mão;

V ai crescer, na nossa alma, para sempre,

A o calor da nossa eterna gratidão!

 

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