As dinastias de Avis e da Casa
de Bragança
O Patriarca do famoso cromossoma Y Português!
O Rei D. Pedro I, oitavo de Portugal, reinou entre 1357 a 1367, durante
dez anos. Era filho do Rei D. Afonso IV e de D. Brites, nasceu em Coimbra a 8 de
Abril de 1320 e morreu na mesma cidade em 18 de Janeiro de 1367 com 47 anos.
Teve por cognome o “Justiceiro” ou o “Cruel”. Casou-se com D. Constância
de Castela de quem teve D. Fernando que lhe sucedeu como Rei.
Túmulo
do Rei D. Pedro I, no Mosteiro de Alcobaça
Amores
de D. Pedro I
D. Pedro quando era jovem teve relações amorosas com uma
mulher de Lisboa, chamada Teresa Lourenço, filha de Lourenço Martins, burguês
de Lisboa. D. Pedro I entregou o seu filho bastardo, chamado João, ao avô,
isto é, ao Lourenço Martins, para o educar e o tornar cavaleiro. Foi este
filho bastardo de D. Pedro I que mais tarde foi aclamado Rei – a 6 de Abril de
1385 - com o nome de D. João I.
Nasceu em Lisboa em 14 de Agosto de 1356 e morreu em Lisboa em 14 de Agosto de
1433, dia em cumpria 77 anos.
Amores
de D. João I
Por sua vez D. João I, mesmo antes de ser Rei, teve também
as suas aventuras amorosas com uma alentejana chamada Inês Pires, filha do
Barbarão, resultando no nascimento dum rapaz a quem foi dado o nome de Afonso.

Rei D. João I que governou Portugal
48 anos e iniciou a famosa Dinastia de Avis
D. João protegeu muito este moço chegando a perfilhá-lo,
mesmo antes de chegar a ser o Rei D. João I. Mas fez ainda mais pelo Afonso:
nomeou-o Conde de Barcelos e arranhou-lhe o casamento com a filha do D. Nuno Álvares
Pereira (Herói da Batalha de Aljubarrota), chamada Beatriz Pereira Alvim,
herdeira da casa mais opulenta do Reino e depois elevou-o à categoria de
Primeiro Duque da Casa de Bragança!
Quer dizer que o cromossoma Y do Rei D. Pedro I passou
para
o seu filho bastardo, D. João que mais tarde veio a ser o Rei D. João I e
que foi o fundador da Dinastia de Avis.
Por sua vez o Rei D. João I passou o seu cromossoma Y
para
o seu filho bastardo D. Afonso que foi o iniciador da Dinastia da Casa de
Bragança.
Vejamos
primeiro a sequência genética dos machos da Dinastia de Avis.
O rei D. João I casou-se com D. Filipe de Lencastre
nascendo os seguintes filhos, possuindo todos eles o cromossoma Y do pai:
D. Duarte que lhe sucedeu como Rei
D. Henrique - Mestre da Ordem de Cristo
D. Fernando – Mestre da Ordem de Avis
D. João – Mestre da Ordem de Santiago
D. Pedro – Duque de Coimbra e Regente
D. Afonso V
que foi o Rei que o sucedeu
e D. Fernando – Primeiro Duque de Beja.
O Duque de Beja casou depois com D. Brites de quem teve os
seguintes filhos:
D. Manuel que veio a ser Rei com o nome D. Manuel I
D. João - Segundo
Duque de Beja e de Viseu
D. Diogo – Terceiro Duque de Beja e de Viseu
Igualmente os outros machos da dinastia de Avis, como o
Rei D. João II e
Rei D. João III também eram possuidores do mesmo
cromossoma Y.
Devemos notar que o Primeiro Duque de Beja, D. Fernando
– o “Acusado” – era irmão biológico do Rei D. Manuel I.

Túmulo
do Primeiro Duque da Casa de Bragança
na
Igreja de S. Francisco em Bragança
Primeiro Duque de Bragança - D. Afonso I
Segundo Duque – D. Fernando
Terceiro – D. Fernando II
Quarto – D. Jaime
Quinto – D. Teodósio
Sexto - D. João I
Sétimo – D. Teodósio II
Oitavo – D. João depois D. João IV
Nono - D. Teodósio
Décimo – D. Afonso VI,
Rei
Décimo Primeiro – D. João
V, Rei
Décimo Segundo – D. José I, Rei
Décimo Terceiro – Rainha D. Maria I.
Esta casou com o Tio D. Pedro III,
Irmão do Rei D. José e teve como filho,
o Décimo Quarto
Duque -- chamado D. José Francisco
Xavier,
portanto não se chegou a perder
o cromossoma Y da Casa de Bragança
Décimo Quinto – D. João VI, Rei
Décimo Sexto – D. Pedro IV, Rei
Décimo Sétimo – D. Miguel I, Rei
Décimo Oitavo – D. Maria II que casou com
o tio D. Miguel, em primeiras
núpcias, mas não teve filhos
deste. Do segundo casamento a
Rainha D. Maria II teve um filho
chamado D. Pedro V, mas
o marido foi D. Fernando de
Saxe-Coburgo –Gotta. Portanto aqui perdeu-se o cromossoma Y na
sequência da Dinastia da
Casa de Bragança. Como é que foi
readquirido o cromossoma Y, característico da Dinastia da casa de Bragança?
Décimo Nono D. Pedro V, Rei
Vigésimo – D. Carlos I, Rei
Vigésimo Primeiro – Duque D. Luís Filipe de Bragança
Vigésimo Segundo – D. Miguel de Bragança (Miguel II
), filho de D. Miguel I e de Adelaide de Loewenstein-
Wertheim-Rochefort-Rosenberg. Portanto este Duque
RESTAUROU
o cromossoma Y na
sequência genética da
Casa de Bragança.
Vigésimo Terceiro – D. Duarte Nuno de Bragança, neto
de D. Miguel I e filho de D. Miguel de Bragança também chamado D. Miguel II.
Vigésimo Quarto – D. Duarte Pio, que está vivo em
Sintra e é o pretendente actual ao Trono de Portugal.
Portanto, se o cromossoma Y NUNCA muda com as gerações,
TODOS os 21 Duques da Casa de Bragança, como machos, todos são portadores do
cromossoma Y, igual e oriundo do Rei D. Pedro I de Portugal!
Os túmulos dos machos descendentes da Dinastia de Avis e
dos Duques da Casa de Bragança já estão localizados para que o Professor
Doutor Francisco Corte Real e a sua equipa comecem a fazer o diagnóstico do ADN
para isolarem e identificar o cromossoma Y, para depois o comparar com o
cromossoma Y do lado de Espanha, nos descendentes do Cristovão Colon.
No artigo a seguir a este vamos apresentar a sequência
genética dos Condes de Verágua, dos arrabaldes de Madrid, Espanha,
descendentes directos do filho legítimo de Cristovão Colon e de Filipa Moniz,
a quem deram o nome de Diogo Colon Moniz e que nasceu
em Porto Santo no Arquipélago da
Madeira e que
foi o Primeiro Duque de Verágua. Portanto
este
Diogo Colon Moniz, (em Espanha o apelido da mãe é o último nome),
tem que ter o mesmo cromossoma Y do pai, isto é, do navegador Cristovão Colon,
para que o Professor-Doutor Francisco Corte Real possa fazer análise
comparativa científica com o cromossoma Y típico da Dinastia de Avis e da Casa
de Bragança.
Se o “ACUSADO” – o Primeiro Duque de Beja, D.
Fernando – foi realmente o pai biológico de Cristovão Colon os cromossomas Y
têm que ser iguais!
Só assim é que
se pode tirar a prova real,
cientificamente!
A
Dinastia dos Duques de Verágua