O novo filme “Cristóvão Colombo o Enigma” do Mestre Manoel de Oliveira recebeu o “Bisato D’Oro” no Festival de Veneza, no dia 7 de Setembro de 2007!!!
Recebi do nosso bom Amigo Gonçalo Sousa Cabral de Évora, Portugal, o seguinte e-mail:
Parabéns Doutor! Tudo isto se deve a si!
Aqui está a notícia publicada no SAPO, como o novo filme de Manoel de Oliveira foi premiado no Festival de Veneza, Itália, no dia 6 de Setembro de 2007 em Veneza:
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FESTIVAL DE VENEZA 2007 |
"Cristovão Colombo - O Enigma" de Manoel de Oliveira (Portugal/França)
Jorge Leitão Ramos, em Veneza
Manoel de Oliveira e a Esposa Isabel, na parte final do filme,
representando o Dr. Luciano da Silva e a Esposa Silva da Silva
Quinta feira, 06 Setembro 07
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Festival de Cinema Manoel de Oliveira premiado em Veneza Três grandes mestres da 7ª Arte – Nikita Mikhalkov, Youssef Chagine e Manoel de Oliveira - encerraram o Festival de Veneza. A 64ª edição do mais glamouroso certame do mundo do cinema considerou o português Cristóvão Colombo – O Engima como «o filme mais significativo da mostra» |
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Cristóvão Colombo – O Engima, nova produção do nonagenário Manoel de Oliveira, foi homenageado no Festival de Veneza com o Bisato D’Oro, (Medalha de Ouro), atribuído pela crítica independente. A película foi considerada «a mais significativa da amostra .
A crítica afirmou que a obra de Oliveira é «o olhar de um grande mestre sobre o nosso mundo. Um retorno ao mito de Ulisses e à Demanda. Uma repreensão a quem se esquece que o amor move todas as coisas.
Depois de Belle Toujours – inspirado no cinema surrealista de Luis Buñuel – o veterano luso explora a História nacional para abordar a origem de Cristóvão Colombo. De acordo com o investigador Manuel Luciano, Colombo seria um filho bastardo de um duque da família real portuguesa.
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Quando o filme acabou de ser exibido a audiência no teatro em Veneza, Itália, reagiu desta maneira, conforme noticiou o jornalista, Jorge Leitão Ramos, do grande jornal “Expresso” de Lisboa:
Um aplauso unânime, entusiástico, comovido, recebeu Manoel de Oliveira na exibição do seu novo filme no Festival de Veneza.
A três meses de completar 99 anos, Oliveira apresentou uma ficção documental sobre Manuel Luciano, o investigador português que defende que Colombo era natural do Alentejo e pertencia à família real da dinastia de Avis. Que um mestre do cinema português permaneça activo com tal idade é motivo que basta para merecer o nosso respeito.