“Contra os Bretões marchar, marchar!”

Por Manuel Luciano da Silva, Médico

 

O  33º. novo Ministro da Educação, Professor  Nuno Crato --  desde o 25 de Abril  --  já declarou que vai aumentar os currículos  da História  e da Geografia  em todos os ciclos do ensino básico e secundário.  Oxalá essa ênfase venha a ser feita nos  valores históricos e geográficos nacionais  para que os  nossos jovens passem a ter mais orgulho  por tudo que é português!

Nós podemos medir o nível de carácter dum povo pelas verdades históricas  que os responsáveis pela  educação nacional  ensinam à sua juventude.  O exemplo mais flagrante que temos  em Portugal  é a composição lírica do Hino Nacional  a chamada  “A Portuguesa!”

”Contra os canhões, marchar, marchar!”  Este verso significa: “Darmos  o  nosso corpo aos canhões!”  Que declaração estúpida e p’ra mais  no Hino Nacional!...   

Porque é  que se não ensina a verdade: “Contra os Bretões, marchar, marchar!” Que quer dizer: “Contra os ingleses, marchar, marchar”!   

É curioso que presentemente em Portugal  só no Mirandês  é  que se ensina a verdade histórica: “Contra ls Bretones caminar, caminar!”    

O Ultimato Inglês de 1890

No dia 11 de Janeiro de 1890,  a Inglaterra mandou um Ultimato a Portugal exigindo que  se retirasse do domínio dos territórios  africanos localizados  entre  Angola e Mocambique, os quais  no seu  conjunto constituiam   o chamado   “Mapa Cor de Rosa” .  Esta exigência  britânica,   tão ofensiva para Portugal,  despertou  uma onda de revolta no povo português de tal maneira   que um grupo de patriotas portugueses  incitaram o compositor musical Afredo Keil, português de descendência alemã, a escrever um hino musical a exaltar os portugueses a defender  a Pátria  e  pediu ao poeta  Henriques  Lopes  de Mendonça  para escrever os versos a protestar veementemente  contra os Bretões. 

Foi este Hino que serviu  de inspiração para a Revolução de 31 de Janeiro de 1891,  na Cidade do Porto,  iniciada pelo  Movimento  Republicano,  que  acabou por ser sufocada   pelas forças  leais ao Rei D. Carlos I. 

Porém  20 anos depois,  em 1911, este mesmo  Hino passou a ser chamado  “A Portuguesa” e tem funcionado como Hino  Nacional da República  Portuguesa há mais  de cem anos!

 Não sei  quem é  que trocou,   em 1911, o último verso que dizia  com convição:  “Contra os Bretões, marchar, marchar!” e  o subtitui por este  verso HIPÓCRITA  e   ESTÚPIDO:  ”Contra os canhões, marchar, marchar!”

Mesmo hoje,  se a Assembleia Nacional Portuguesa  tivesse testículos,  iria aprovar uma Lei para substituir “canhões”   por “LADRÕES”  e assim  incluiria  os ingleses e os outros  ladrões de Portugal! 

 Ladrões Ingleses

Desde o princípio da Aliança  em 1385  entre o Rei  D. João  I   com a Inglaterra os ingleses  têm sido  os maiores  ladrões de Portugal!

Depois do casamento  da Princesa Catarina  de Bragança com o Rei Carlos II da Inglaterra,  em 1663,  os ingleses  obtiveram  licença para entrar gratuitamente  em todos  portos marítimos  do Império Português e  desde essa altura  começaram  a açambarcar cada vez mais   as propriedades portuguesas para poder  desenvolver  o Império Britânico!

Todas as vezes que os ingleses vieram para Portugal para nos defender  contra os espanhóis ou contra as tropas de Napoleão,  aproveitaram sempre  a oportunidade para nos roubar!   

Eu tinha  apenas oito anos quando fui morar para Leixões com a minha mãe  e meu irmão.  Foi  nesta altura que vi pela primeira  vez um automóvel, mas confesso que o que mais  me impressionou foram  os carros eléctricos. Vim a saber que pertenciam a uma companhia inglesa. Que os telefones  também eram controlados pelos ingleses e que o Vinho do Porto  a maior  parte  pertencia  igualmente aos ingleses! 

Quando em 1946 emigrei para Brooklyn,   New York,  verifiquei que os americanos   não gostavam nada dos ingleses,  por serem peneirentos, lordóticos e megalomaníacos,   disse para  comigo, até que enfim,  encontrei  alguém que concorda comigo!  

A maior  velhacaria  dos ingleses foi aquela que o Primeiro Ministro  inglês,  Chamberlain  cometeu  em 30 de Setembro de 1938  (appeasement = apaziguamento)  quando  visitou  Hitler  em Munich   e lhe disse,  se a Alemanha precisava  de terreno  para expandir  a população alemã  que tomasse conta da Angola porque Portugal não  iria oferecer resistência nenhuma!    Hitler disse-lhe que  não iria fazer uma  coisa dessas.

Salazar  veio a saber  mais tarde deste segredo  político e foi  por isso que ele também nunca engraçou muito  com os ingleses… e apesar de ser aliado da Inglaterra nunca quis que  Portugal  entrasse  na II Guerra Mundial.  Bem bom!

É  preciso ensinar  outra verdade  à juventude de Portugal:  que o Navegador Cristóvão  Colon  (Colombo)  era Português.  Vejam na minha website www.dightonrock.com  o artigo  intitulado “Os
Dez Mandamentos  do Colon  (Colombo) Português!”

Para verem os programas médicos nas televisões  nacionais  portuguesas  abram  a website  www.lucianodasilva.com  e depois cliquem em vídeos.  Divirtam-se!