CUBA - Terra de Cristóvão  Colon: a prova Real
O azeite vem ao de cima.    A verdade também!
Carlos Calado - 23 Fev 07

 

 

FALTOU SEMPRE UM “B.I.”

Foi a estratégia do Rei D. João II, que infiltrou um nobre e navegador português na Corte dos Reis de Castela, como se estivesse perseguido e em fuga.

E foi em nome dessa estratégia que todos os documentos e registos relativos a esse português foram destruídos, rasurados ou alterados.

Aceitou-se o equívoco Cristóvão Colombo

 

477 EXAMES ADN = NADA

Mas começam a desanimar os apoiantes da origem genovesa e os que recusavam a probabilidade da nacionalidade portuguesa, depois dos exames ao ADN de 477 (até Out/06) pessoas com apelidos Colombo, Colom ou Coullon no norte de Itália, na Catalunha e no sul de França serem negativos.

 

ÉS DA CUBA?
TAMBÉM O COLOMBO

Em meados dos anos 60, já o meu professor de História era peremptório

“Tu és da Cuba? O Cristóvão Colombo também era da Cuba ! ”

O Dr. Luciano da Silva (Cristóvão Colon era Português) refere-se à “tradição histórica”.

Seria pelos nomes atribuídos às terras descobertas, ou pelos indícios familiares?

 

PISTAS TOPONÍMICAS

Os topónimos que CC foi atribuindo no Novo Mundo confluem para o Alentejo –

Ducado de Beja. (Mascarenhas Barreto)

E os nomes que atribuiu às primeiras ilhas apontam para a sua identificação.

S. Salvador = nome próprio SALVADOR;                                

Stª Mª Conceição = convento mandado construir pelo Duque de  Beja, seu pai             

Fernandina = de seu pai - Fernando

Isabela = de sua mãe - Isabel;         

Cuba = sua terra natal

 

NOMES CRUZADOS

Mas Cristóvão Colon repetiu e cruzou alguns dos nomes atribuídos.

Chamou S. Vicente a um local de S. Salvador (1ª ilha).

Depois chamou também S. Salvador à baía onde ancorou em Cuba.

 

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E qual o nome da baía onde ancorou em S. SALVADOR ?

FERNANDES !!!

 

ONDE NASCEU
“COLON / ZARCO” ?

O prof. Mascarenhas Barreto (O português Cristóvão Colombo, agente secreto do Rei D. João II), após decifrar a sigla cabalística de Colon, como “filho de D. Fernando – Duque de Beja e Dª Isabel da Câmara (Zarco), seus pais de Cuba”, procurou pistas que o conduzissem a uma casa onde “Colon-Zarco” pudesse ter nascido.

 

SERIA NO PAÇO DUCAL ?

Deduzi ser lógico que Salvador F. Zarco, filho do Duque de Beja, tivesse nascido no Paço Ducal que existiu na Cuba.

As primeiras pesquisas que fiz desanimaram-me. O Infante D. Luís, ao qual está associado o Paço Ducal, nasceu em 1506.  Salvador Zarco (Colon), falecido nesse mesmo ano, não poderia ter nascido no Paço do Infante D. Luís.

 

A IMPORTÂNCIA DOS SÍMBOLOS

Através dos tempos, o Homem recorreu à simbologia para mostrar onde se posiciona na sociedade. Tem os símbolos do seu país, da sua terra, da sua associação, do seu clube, da sua filiação política, da sua família...

Os símbolos acompanham-no, visível ou invisivelmente, durante a vida, e alguns até na morte, em forma de homenagem

 

SÍMBOLOS NA PINTURA E NA ARQUITECTURA

O Rei D. João II, escolheu para se simbolizar, a imagem do Pelicano, a Rainha D. Leonor, simbolizou-se com a Rede de Pescador, o Rei D. Manuel I, adoptou a Esfera Armilar...

Nos retratos e edifícios não deviam faltar esses símbolos. Os símbolos relacionam-se com os personagens e constituem autênticos documentos históricos.

 

A VIRGEM DOS NAVEGANTES

Na Sala dos Almirantes do Alcazar de Sevilha, está o quadro do pintor espanhol Alejo Fernandez - “A Virgem dos Navegantes”, pintado cerca 1505(?) Nele figura o Almirante Don Cristobal Colón.

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ALMIRANTE DE ESPANHA

O Almirante tem o seu manto, decorado com motivos de ramagens envolvendo três romãs abertas, dispostas em triângulo.              (Manuel S. Rosa - O mistério Colombo revelado)

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O SÍMBOLO DE CRISTÓVÃO COLON

Este motivo de três romãs abertas é, certamente, um símbolo com o qual o Almirante do Mar Oceano – Don Cristobal Colón tinha alguma ligação. (Manuel S. Rosa)

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O SÍMBOLO NO TÚMULO DE CRISTÓVÃO COLON

Tal facto é confirmado quando olhamos para o seu túmulo em Sevilha. Um dos arautos que transporta a urna tem a sua lança virada para baixo. Está cravada numa romã... Seria rancor disfarçado?

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O SÍMBOLO DE MAXIMILIANO I

Na mesma época, o Imperador Maximiliano I colaborou, por meio de Behaim,  em mais artimanhas de D. João II destinadas a incentivar os Reis de Espanha para que procurassem as Índias navegando para ocidente.

Martin Behaim saíu de Portugal e na Alemanha apresentou ao mundo um Globo falso.

Maximiliano tinha como símbolo uma romã aberta, que segurava na mão, como é visível no seu retrato oficial.

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PRIVILÉGIO REAL PARA CUBA

O Rei D. João II, atribuiu a Cuba privilégios de concelho, quando era ainda um lugar do termo de Beja. (JFigueiraMestre)

Porquê esta consideração pela Cuba?

Seria uma forma de reconhecimento pelos serviços que lhe prestava Salvador Fernandes Zarco, infiltrado em Castela sob o nome de Cristóvão Colon?

 

SERIA UMA ORGANIZAÇÃO SECRETA ?

A Maçonaria apresenta um símbolo com duas colunas encimadas por três romãs abertas, em triângulo. Intrigante !?

Atente-se nos outros objectos representados: astrolábio, esfera armilar, ramos de palma, ...

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APENAS  COINCIDÊNCIAS ?

O ramo de palma é o símbolo de S. Vicente, padroeiro da Cuba

Romã diz-se “granada” em castelhano.

Nas Caraíbas existe o país Granada e o país S.Vicente e Granadinas (descobertos por Colon ?)

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A JUNÇÃO DOS SÍMBOLOS

Para além do símbolo de D. João II, artífice da estratégia para desviar Castela do caminho para a Índia, temos as Três Romãs abertas do seu principal executor, Cristóvão Colon, sobre as  colunas / “Colonnas” donde deriva o seu nome.

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OU LAÇOS DE FAMÍLIA ?

Que tipo de relação existiria entre D. João II – Rei de Portugal, o Imperador Maximiliano I e Cristóvão Colon ?

Pois Maximiliano I era primo de D. João II, sendo ambos netos do Rei D. Duarte

Cristóvão Colon / Salvador F. Zarco, neto de D. Duarte, era primo de D. João II e também primo de Maximiliano I.   Os três  com idades próximas

 

SÃO LAÇOS DE FAMÍLIA !

               D. Duarte de Portugal Dª Leonor de Aragão

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                                                 Rei

 

 

 

 

             Imperador Frederico III   Infanta Dª Leonor    D. Afonso V     Infante D. Fernando Isabel Zarco

                           (n. 1434)                                                                   Rei        (n.1432)                    (n. 1433)

                           

                                 

 

                                       Maximiliano I                D. João II                      Salvador F. Zarco / C. Colon

                                                                                         Rei

 

 

 

O PAÇO DUCAL NA CUBA

Regressemos à tentativa de identificar uma casa onde pudesse ter nascido Salvador F. Zarco /Cristóvão Colon

Concluímos que não poderia ter sido no Paço Ducal de D. Luís (filho do Rei D. Manuel I,  e neto do Infante D. Fernando - 1º Duque de Beja)

Estranhamente, falta documentação referente ao Paço e à história geral da Cuba no séc. XV. Porquê ??

 

PAÇO DUCAL DE D.LUÍS ?

Mas não é admissível que o Paço fosse construído por D. Luís. É que esse Paço Ducal ruiu antes de 1585. (Emília S. Borges)

Seria uma existência demasiado curta para qualquer edifício. Um Paço era construído para durar centenas de anos. Se tivesse sido construído por D. Luís, só tinha durado cerca de 60 anos, o que é pouco, mesmo para uma casa de taipa.

 

PAÇO DA FAMÍLIA REAL

Isso pode ser confirmado pelas referências que encontrei (JFMestre) à provável existência de Paços na Cuba, desde os tempos de D. Afonso III ou D. Dinis.

É portanto admissível que esse Paço, sempre na posse da família real, fosse depois incluído nos domínios do 1º Ducado de Beja e só veio a ser ocupado como residência permanente pelo Infante D. Luís, 5º Duque de Beja. 

FRONTEIRO-MOR DO ALENTEJO E ALGARVE

Suficientemente afastado da residência oficial do Infante D. Fernando (nomeado Fronteiro-Mor de todo o Sul, em 1448, antes de ser o 1º Duque) o Paço da Cuba foi o local escolhido para instalar Dª Isabel Zarco, com quem D. Fernando teve uma relação extra-conjugal, comum na época, e da qual nasceu o jovem Salvador, que veio a ser Cristóvão Colon 

QUEM ERA D. FERNANDO- 1º DUQUE DE BEJA ?

Membro da família Real, filho do Rei D. Duarte e de D. Leonor de Aragão.

Seu tio, o Infante D. Henrique adoptou-o após a morte do Rei e despertou-lhe o interesse pelos descobrimentos.

Sucedeu a D. Henrique como Mestre da Ordem de Cristo, acumulando com a Ordem de Santiago e ficou à frente da grandiosa empresa dos Descobrimentos.

 

O SÍMBOLO DE C. COLON JÁ EXISTIRIA ?

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A RESPOSTA É SIM ! ONDE ?

País: PORTUGAL

Região: ALENTEJO

Localidade: CUBA

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O PORTAL E O MANTO

Há um portal na Cuba decorado em baixo relevo com ramagens e Três Romãs abertas, dispostas em triângulo.

Exactamente como o manto de Cristóvão Colon – Almirante do Mar Oceano no quadro “A Virgem dos Navegantes”.

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OS VESTÍGIOS DO PAÇO

Esse portal está hoje na antiga Ermida de S. Brás, que foi construída antes de 1585.

O portal da Ermida é o único vestígio conhecido que resta do Paço Ducal (Emília S. Borges)

As outras pedras foram levadas para construir a cadeia em Beja, por ordem do Rei D. Filipe...

  

PORTAL DE CRISTÓVÃO COLON

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Este é o portal que estava no Paço Ducal da Cuba.

Vamos chamar-lhe PORTAL DE CRISTÓVÃO COLON

Património histórico

A PROVA REAL

No auge da sua missão, Cristóvão Colon mostrou os símbolos das suas origens: as romãs abertas do portal do Paço do Duque de Beja, existente na Cuba.

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O ELO FINAL

Será que ainda ficarão algumas dúvidas de que “Colombo”, ou Don Cristóbal Colón - Almirante do Mar Oceano, foi o fidalgo e navegador português que se apresentou em Espanha como Cristóvão Colon ?

Era filho do Duque de Beja Nasceu na CUBA