Graça Castanho visitou a Pedra de Dighton!
Por Manuel Luciano da Silva, Médico
Augusto  30, 2004

 

 

 

 

 

Dr. Luciano da Silva com a Dra. Graça Castanho

 

 

 

A Dra. Graça Castanho,  nova Coordenadora do Ensino da Língua Portuguesa nos Estados Unidos e Bermuda,  acedendo ao meu convite,   visitou comigo o Museu da Pedra de  Dighton, na segunda-feira, 30 de Agosto de 2004. 

Depois de lhe explicar os painéis, os artefactos marítimos  e as inscrições  portuguesas gravadas na face da Pedra de Dighton  a Dra. Graça Castanho deixou registada no livro dos visitantes  esta  mensagem:

 

“No mínimo impressionante este registo da presença  portuguesa em 1511 por estas paragens. Aqui fica a minha homenagem sincera aos descobridores do passado e àqueles que, no presente, lutam pela presença da Pedra e pela valorização do nosso património comum. Bem  haja!  Graça Castanho” 

 

 

 

 

Dra. Graça Castanho comparando o Escudo Português e a Cruz da Ordem de Cristo gravados na face da Pedra de Dighton 

 

 

 

Fiquei  muito satisfeito com a visita da Dra. Graça Castanho ao Museu  da  Pedra de Dighton porque penso que ela compreendeu bem  que o significado histórico  deste monumento é  muito importante não só para os emigrantes da América do Norte mas também para a História de Portugal. 

Penso que a Dra. Graça Castanho, com seu dinamismo e entusiasmo, irá espalhar pelos meios que estiverem ao seu alcance esta síntese:

A Pedra de Dighton é o símbolo concreto, gravado em pedra dura,  dos descobrimentos portugueses para a América do Norte, mas também  é o ícone  das raízes da emigração  do mundo da língua portuguesa para a América do Norte.

A Dra.  Graça Castanho está a desenvolver um trabalho admirável em coordenar todos os esforços e boas vontades de portugueses, brasileiros, angolanos, moçambicanos, guineenses e timorenses, neste país,   para que o ensino da Língua Portuguesa nos Estados Unidos se desenvolva cada vez  mais.

Louvo  muito o seu objectivo em considerar a Língua Portuguesa como um denominador comum para juntar  representantes  de todos os países de língua portuguesa na América,   para assim,  em conjunto, poderem ser  mais eficientes perante  as autoridades responsáveis americanas quer aos níveis das comissões escolares,  liceais, ou universitárias.

Noutro artigo desenvolverei  em mais  pormenor o trabalho desta  enérgica educadora.

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