Porque é que os historiadores e arqueologistas  têm MEDO da Pedra de Dighton?

Porque é que estes eruditos não querem enfrentar a verdade?

Por Manuel Luciano da Silva, Médico 

Até  à data (Janeiro, 2008),  nenhum  historiador vivo,  americano, ou  português, jamais  visitou a Pedra de Dighton para  decifrar as suas inscrições.

Porquê? Porque os historiadores, em ambos os lados do Atlântico, não são capazes de fazer o diagnóstico das inscrições  EPIGRÁFICAS gravadas na face da Pedra de Dighton!!!

                                          GEOLOGISTAS

Tratando-se duma pedra que pesa 40 toneladas e tem uma superfície lisa de 55 pés quadrados coberta de inscrições, parece,  à primeira vista, que seria lógico  pedir aos geologistas para decifrarem as inscrições.    ERRADO!  ERRADO!  ERRADO!

 

Os geologistas só são responsáveis pela metamorfose da Terra, dos vulcões, dos terramotos, das placas tectónicas e da composição geológica da Pedra de Dighton,  isto é,   da sua densidade geológica, do  seu cálcio, feldespático, mica e outros  minerais. 

 

A Geologia NÂO TÊM O DIREITO  de diagnosticar  as inscrições gravadas na face da Pedra.  Os limites da Geologia terminam quando o Homem apareceu na Terra.

                                     ARQUEOLOGISTAS  

A Arqueologia começa onde a Geologia termina!

O que é então a Arqueologia? Arqueo significa antigo,  mais logia,  que quer dizer  estudo.  Portanto  Arqueologia compreende o estudo daquilo que os povos fizeram especialmente nos tempos em que havia muito pouca escrita ou nenhuma. Esta ciência estuda escavações, esqueletos, monumentos, artefactos, com a finalidade de diagnosticar  a vivência humana em determinadas datas ou períodos.

Parece incrível que até agora NENHUM arqueologista americano  tenha examinado -- cara à cara --  as inscrições da Pedra de Dighton!!!  Incluindo os arqueologistas das universidade dos 6 Estados da Nova Inglaterra e  até   os oficiais arqueologistas dos departamentos arqueológicos destes mesmos Estados, ninguém,  jamais examinou a Pedra de Dighton -- face a face!!!

Porquê?   Porque eles são ignorantes dos símbolos epigráficos dos séculos XV e XVI. Mas o que  é ainda mais patético  é que estes senhores não querem aprender! Estes indivíduos deviam aprender novas ideias—deviam considerar esta aprendizagem  o seu objectivo principal – para transmitir aos seus alunos  o entusiasmo  de querem saber mais!

Existe, infelizmente, nos Estados Unidos da América, um predomínio Anglo-saxónico  de académicos  com uma atitude ariana de superioridade intelectual e social. Qualquer sucesso conseguido pelos latinos ou seus descendentes  ou outro grupo étnico é sempre considerado inferior.  Os académicos  anglo-saxónicos sofrem dum complexo de superioridade megalomaníaco – e mesmo sem examinarem frente a frente  a Pedra – emitem as suas “doutoradas teorias”  menosprezando o  significado históricos das inscrições.  É  deveras deplorável!

Um arqueologista  tem que  ser  um patologista. Tem que fazer a  autópsia e basear o seu  diagnóstico nos achados que encontrar no CADÁVER.  Neste caso o CADÁVER  é a Pedra de Dighton!

Temos que examinar  PRIMEIRO  as inscrições gravadas na face da Pedra de Dighton, tal como se fosse um electrocardiograma, uma biópsia e não  prestar  atenção prévia aos fenícios, egípcios, romanos,  bascos ou quaisquer  outros povos.

Devemos:     PRIMEIRO DIAGNOSTICAR QUE TIPO DE INSCRIÇÕES É QUE  ESTÃO GRAVADAS NA FACE DE PEDRA DE  DIGHTON  E SÓ DEPOIS  É QUE DEVEMOS PERGUNTAR AO MUNDO INTEIRO QUAL É A NACÃO QUE POSSUI SÍMBOLOS IGUAIS AOS ENCONTRADOS NA FACE DA PEDRA.

Assim é que deve ser feito -- usando os métodos científicos – e não deitar pela boca  fora um conjunto de adjectivos maléficos como sendo  uma “teoria”. Isso é velhacaria! 

         Nem uma gota de sangue português

O homem que primeiro pensou,  em 1918, na teoria portuguesa foi o Professor Edmundo Delabarre da Universidade de Brown, em Providence, Rhode Island  e ele NÃO TINHA UMA GOTA  de sangue Português!   

Muitas pessoas pensam que Delabarre que era apenas um “psicologista de paleio”.  Delabarre era um cientista. Foi ele o fundador da Psicologia Experimental nos Estados Unidos da América, usando os métodos científicos que ele aprendeu em Berlim, Alemanha.  Foi ele o primeiro cientista a estudar  na América os  efeitos secundários médicos da marijuana. (Veja a website da Brown University em Delabarre). 

Foi com os seus conhecimentos e técnicas científicas que Delabarre  enfrentou -  cara a cara -  muitas vezes, durante o dia e durante a noite, a face da Pedra de Dighton. Isto é ciência, não é estar sentado muito distante num campo universitário e emitir um diagnóstico a respeito das inscrições da Pedra de Dighton….

O Professor Delabarre  não baseou a sua descoberta em dados raciais  ou étnicos. Ele baseou a sua teoria  nas INSCRIÇÕES QUE  ELE  ENCONTROU GRAVADAS NA FACE DA PEDRA.

Eu sinto-me como o  Professor  Delabarre.  Eu também sou um cientista. Possuo um diploma em Biologia pela Universidade de Nova Iorque (1952)  e tenho  também um Diploma Médico-Cirúrgico pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (com distinção em 1957), por isso eu sei muito bem quais são os métodos científicos para se fazer diagnósticos. Já enfrentei a Pedra de Dighton muitas centenas de vezes, de dia, de  noite usando todas as  técnicas cientificas modernas. Eu desafio qualquer cientista  a enfrentar  comigo a Pedra de Dighton.

                           Epigrafistas

Dentro do vasto campo que compreende o âmbito da Arqueologia há uma subdivisão científica específica chamada EPIGRAFIA.   É uma palavra composta por  Epi quer dizer à superfície, mais grafia que significa  estudo da  escrita  ou melhor das  inscrições em pedras, madeiras  ou outros materiais.  

 É aos  Epigrafistas que cabe a responsabilidade de diagnosticar as inscrições da Pedra de Dighton e a mais ninguém!  Mas mais importante  ainda,   têm que ser Epigrafistas especializados nos  períodos dos Séculos XV e XVI.  Não podem ser Epigrafistas do tempo dos gregos, dos romanos,  dos egípcios ou dos babilónicos!

INFELIZMENTE  NÃO HÁ EPIGRAFISTAS DOS SÉCULOS XV E XVI,  TANTO EM PORTUGAL,  COMO NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA!!!

 Porquê?

HISTORIADORES. É um termo muito genérico.  Os Historiadores não  têm capacidade para fazer  o diagnóstico das inscrições da Pedra de Dighton. 

Porquê?

(1) Primeiro porque não sabem, - tanto historiadores americanos como  portugueses, -   qual é o Cartucho Histórico da Pedra de Dighton

e (2) porque  NUNCA EXAMINARAM, no local,  a face da Pedra de Dighton  e por  isso  têm MEDO da sua ignorância. 

Que uma pessoa não saiba, é humano. Mas que não saiba e não queira aprender é burro. Mas pior ainda, que não “examine o doente”, neste caso a face da pedra no local  e emita uma opinião é ser um nabo, um néscio, um velhaco!  

A Pedra de Dighton é a Roseta Americana

 

 

 

 

 

 

 

 

Champollion

Todo o mundo culto sabe que foi o Epigrafista  francês, Jean-François Champollion,  que decifrou , em 1822, o segredo das inscrições misteriosas da Pedra de Roseta que se encontra hoje à entrada do Museu  Britânico, em Londres,  na Inglaterra.

Esta pedra com as dimensões de 3 pés e 9 polegadas de altura, por 2 pés e 4,5 polegadas de largura e  onze polegadas de espessura, possui  na sua  face a mesma  mensagem  gravada em três línguas:  (1) Grego, (2) Egípcio Antigo ou Demótico e (3) Egípcio  mais Antigo ou Hieroglífico.

Só depois de estudar,  durante três décadas,  catorze línguas e os ícones nacionais desses países, é que  Champollion conseguiu  descobrir  os nomes de Ptolomeu e Cleópatra que estão gravados dentro de Cartuchos Históricos Hieroglíficos, como podemos ver nesta imagem:  

 

                                    P t o l o m e u

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                             C L E O P A T R A

Os Cartuchos Hieroglíficos  são na realidade “combinações de letras  e desenhos de figuras  representado palavras”. Foi com a descoberta destes Cartuchos Hieroglíficos que o Epigrafista Champollion conseguiu desvendar para  todo o  mundo  a história  fascinante  do Egipto durante o  enorme período de mais de quatro mil anos!

O Cartucho Histórico  da Pedra de Dighton

Para desvendarmos o segredo das inscrições  originais  da Pedra de Dighton temos que fazer o mesmo  que o Champollion fez para a Pedra Roseta. Temos que descobrir o Cartucho Histórico  Especifico da Pedra de Dighton. 

Para isso temos que ir a Portugal e familiarizarmo-nos  muito bem:

 (1) com a escrita portuguesa cartográfica; 

(2)  com o formato dos algarismos árabes;

(3)  com a configuração   dos símbolos  nacionais portugueses;

(4)  com  as várias metamorfoses das Cruzes da Ordem de Cristo;

(5)  com a história  dos Descobrimentos Portugueses;

(5) e ainda com as Cartas Reais que foram dadas  aos navegadores portugueses que vieram para a América  do Norte  durante os Séculos XV e XVI.

Quer dizer temos que nos preparar como se fôssemos Epigrafistas dos séculos XV XVI.

Por muito estranho que pareça  NÃO existem hoje em Portugal,  na Europa nem nos Estados Unidos da América, especialistas epigráficos dos  Séculos XV e XVI.    Para  fazer esta afirmação categórica, eu  em 2000,  enviei centenas de e-mails  às Universidades  americanas,  Canadianas,  às Universidades em Portugal, França, Itália, Bélgica  e Alemanha,  inquirindo se possuíam  no seu corpo docente  epigrafistas dos séculos 15 e 16 e  as centenas de respostas que recebi foram  TODAS NEGATIVAS!

É  verdadeiramente espantoso quando os séculos 15 e 16 foram, indiscutivelmente,   os primeiros séculos da globalização,  não só para Portugal, mas também para muitas  nações europeias que espalharam o seus   ícones nacionais  por esse mundo fora, as suas respectivas universidades não possuírem Epigrafistas especializados dos séculos 15 e 16 para poderem diagnosticar  os achados epigráficos para os seus respectivos países!

Quem são os bloqueadores?

Quem é que tem estado a fazer o bloqueio para que não haja cursos universitários para se criar uma plêiade de epigrafistas dos séculos 15 e 16?    Os chamados historiadores!!!  Estes srs. que não percebem NADA de Epigrafia  ficam,  comodamente, nas  suas bibliotecas a escrever as suas histórias  usando adjectivos  muito floreados, -- fazendo  história  à sua maneira --  em vez de examinar os dados históricos verdadeiros nos locais.

Em Portugal a situação ainda é mais flagrante. No tempo da ditadura do Salazar,  nenhuma universidade oferecia  cursos de jornalismo  porque havia a censura, portanto  não podia existir  liberdade de imprensa. Os cursos de jornalismo eram  um contra-senso.  Depois do 25 de Abril foram imediatamente criados os cursos de jornalismo.  

Mas em Portugal ainda não acabou o fascismo!  Muitos  dos  velhos historiadores e das  Associações Históricas  têm feito um BLOQUEIO TEIMOSO  para que  se NÃO  crie cursos de Epigrafia dos séculos 15 e 16 nas Universidades Nacionais.

Há 6 anos  enviei -- ao Reitor da minha ‘alma mater’ em Medicina,  à Universidade de Coimbra --  uma descrição pormenorizada  para a criação dum   Curso de Epigrafia para os séculos 15 e 16,  mas o Magnífico nem  sequer  teve a cortesia de acusar a recepção do meu envelope! 

Cartucho Específico da Pedra de Dighton

Vamos ao que interessa que é organizar o Cartucho Específico da Pedra de Dighton.  Aqui está o seu desenho:

                                        Cartucho   Português

 

Os símbolos Nacionais Portugueses no tempo dos Descobrimentos.

 

Ainda hoje NENHUMA das Enciclopédias Anglo-Saxónicas traz qualquer informação a respeito destes símbolos portugueses

 

 

 

 

                                Escudo Português em forma de “U” com as 5 Quinas

 

 

 

 

Escudo Português em foram de “V”  (triangular) com

uma Quina em  abreviatura

 

Cruz da Ordem  de Cristo com as extremidades em 45 graus. Existem no Mundo 317 tipos diferentes de cruzes,  mas a Cruz da Ordem de Cristo é  a única que tem as extremidades em 45 graus.

 

 

 

Miguel Corte Real é o nome do Capitão que saiu de Lisboa a 10 de Maio de 1502 para a América do Norte à procura do irmão Gaspar Corte Real.

Reparar no formato das letras: romano, gótico e uncial como se usava naquele tempo em Portugal.

 

 

 

 

A  data de 1511 gravada na face da Pedra de Dighton.

Notar  que o algarismo 5  tem o formato dum S maiúsculo: 1S11.

 

O que é que devemos agora fazer com o Cartucho Especifico da Pedra de Dighton?

 

Muito simples. Vamos com ele à frente da face da Pedra de Dighton  e com as luzes todas apagadas dentro do pavilhão  que agora protege  Pedra de Dighton,  usamos um pilha eléctrica para iluminar tangencialmente  a face da Pedra e com esta técnica comparamos  as  INSCRIÇÕES EPIGRÁFICAS  que existem  gravadas na pedra com  os símbolos que compõem o Cartucho Especifico da Pedra de Dighton.   

Muito simples, mas é assim que se DEVE fazer e não como muitos historiadores têm feito a três mil milhas de distância ou num campo universitário qualquer a emitir as suas opiniões estúpidas e tolas a respeito das inscrições da Pedra de Dighton, sem NUNCA as terem examinado no local.  

        Conclusão das  inscrições originais

 

Depois de compararmos as inscrições epigráficas  gravadas na face da Pedra de Dighton  com o Cartucho Epigráfico da Pedra de Dighton é muito fácil chegarmos à conclusão das inscrições originais gravadas   por Miguel Corte Real e os seus marinheiros, em 1511.

Foi isso que fizemos já há quase 50 anos obtendo esta fotografia da face da Pedra com a análise comparativa dos símbolos nacionais portugueses. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta foto foi obtida no dia 2 de Novembro de 1959 pelo Dr. Manuel Luciano da Silva e pelo Dr. Luís Charles Wilcy Dupont  (Ambos Médicos)

 

 

 

Photo published by the  National Geographic Magazine, January 1975,

taken during the   night with  tangential light.

 

 

 

The date of 1511  in Arabian numbers

 

 

 

 

 

A Pedra de Dighton e as Universidades Americanas

Quantas Universidades existem nos Estados Unidos da América? Mais de cinco mil. Muitas têm um calibre  académico que se podem considerar entre  as melhores do mundo. Mas como acima dissemos,  em Epigrafia dos séculos 15 e  16 são  todas autênticos  ZEROS.  Mas a parte ainda mais triste é  que devido à  petulância dos responsáveis  pela criação  de novos cursos de Epigrafia não querem admitir a ignorância  científica nesta matéria. Por esta razão infeliz  não querem corrigir  a falta de cursos de Epigrafistas dos séculos XV e XVI. Esta posição não é característica da liderança académica americana.

 

Universidades da Nova Inglaterra

Na Nova Inglaterra existem centenas de universidades com milhares de professores. Mas apenas três professores dessas universidades visitaram  o Museu  da Pedra de Dighton sendo professores de  português. Não são nem historiadores nem arqueologistas!

 

Alguns historiadores  e arqueologistas americanos, mesmo sem terem visto a Pedra de Dighton, levantam suspeitas  se alguém chegou a adicionar   gravações para favorecer a sua teoria…

Para respondermos a esta pergunta em relação à teria portuguesa devemos esclarecer que  se examinarmos TODOS OS VINTE E SETE desenhos que foram feitos das inscrições   ANTES da invenção da fotografia em 1836, VERIFICAMOS que em TODOS  esses desenhos  VEMOS  A CRUZ  DA ORDEM DE CRISTO  PORTUGUESA!

 

298 anos ANTES da teoria portuguesa ter nascido em 1918  já  a Cruz da Ordem  de Cristo ESTAVA GRAVADA  na face da Pedra de Dighton!!!

 

Os meus conselhos aos estudantes universitários

(1)     Seja honesto para consigo  nos seus estudos.

(2)       Concentre-se o mais possível na matéria em que quer graduar.

(3)      Depois na vida prática receberá  uma satisfação tremenda por ter conseguido aquilo que desejava alcançar.

(4)     Desta maneira tornar-se-á independente.

(5)      Esta é a razão  porque eu não preciso de ter nenhum “cordão umbilical” ligado à Universidade de  New York, ou à Universidade de Coimbra ou qualquer outra instituição universitária. 

(6)      Aconselho a todos os estudantes a nunca desanimar naquilo que realmente acreditam.

 

Se  este meu artigo irritar os  chamados professores,  tanto melhor. Quero que eles “façam das tripas coração”  e se decidam a visitar com os seus estudantes o maravilhoso Museu da Pedra de Dighton. 

 

                     Os grandes sábios do passado

Todos  nós  sabemos que tem havido grandes sábios que tem descoberto grandes coisas para bem da Humanidade, mas morreram sem nunca terem sido reconhecidos em vida pelas suas maravilhosas descobertas.

Aqui temos alguns exemplos -- Galileu, Copérnico, Mendel e até  Alfredo Wegener que foi um meteorologista  alemão que em 1912 descobriu a Teoria da Separação dos  Continentes.  Mas porque ele era metrologista todos os geologistas o odiaram. De tal maneira que só ao fim de  50 anos  é que todos os geologistas do  mundo aceitaram a teoria como  sendo verdadeira.

 

A ciência não  tem fronteiras. Eu  fico espantado  ao ver tantos  eruditos com visões tão curtas. Especialmente professores, quando deviam proceder   exactamente ao contrário,  estimular os seus alunos   a enfrentar os vários desconhecidos.

 

A Pedra de Dighton é um monumento americano. Os historiadores  e arqueologistas  americanos ( melhor epigrafistas)  deviam pôr de parte os seus egos e concentrarem-se no valor histórico da Pedra de Dighton por ser uma pedra  basilar da História deste grande país, que são  os Estados Unidos da América.

 

         Em Conclusão

Champollion foi ao Egipto estudar os ícones hieroglíficos egípcios  para  obter os conhecimentos básicos para poder decifrar a Pedra de Roseta.

Quando é que os arqueologistas e epigrafistas americanos se vão decidir ir a Portugal para aprender lá os ícones portugueses?

Demorou 50 anos para que o mundo aceitasse a Teoria da Separação dos Continentes descoberta pelo Alfredo Wegener.

Delabarre descobriu a Teoria Portuguesa das inscrições da Pedra de Dighton em 1918, já lá vão  NOVENTA  ANOS! 

Quantos mais anos  vão ser precisos para que os eruditos americanos terminem  a sua atitude de descriminação  e se concentrem nos métodos científicos para diagnosticarem as inscrições epigráficas gravadas na Pedra de Dighton? 

A Medicina Americana conseguiu obter descobertas  fantásticas nos últimos cem anos!  A Ciência Geofísica  Americana   conseguiu mandar homens à superfície da lua  e eles até regressaram à  terra com  exemplares de  pedras da lua.  E há vários anos alguns destes exemplos de  pedras lunares  estiveram expostas em frente à  Pedra de Dighton dentro do Museu!

Como é que os astronautas americanos foram capazes de pôr os pés na superfície da lua e os arqueologista americanos não têm coragem para pôr os pés em frente da Pedra de Dighton?

No dia 11 de Março de 2008, completar-se-ão  62 anos, que eu fui classificado de “Deficiente Mental” pelas Forças Armadas Americanas de Recenseamento na Cidade de Nova Iorque, porque naquela altura eu  não  sabia falar inglês.  De  M. D. = “Mental Deficient” consegui chegar a ser  Medical Doctor ou Doctor em Medicina. Depois de se passar mais de três gerações apetece-me agora  perguntar, afinal que é que é mais  Deficiente Mental nos Estados Unidos da América?

A mesma terrível doença crónica  de descriminação continua a existir nos cérebros dos historiadores americanos e arqueologistas. Esta atitude é obnóxia em relação à Constituição dos Estados Unidos da América!  Quando é que este monstruoso CANCRO  vai desaparecer duma vez para sempre dentro dos Estados Unidos da América?