As Verdadeiras Antilhas: Terra Nova, 
Nova Escócia e Ilha do Príncipe Eduardo, no Canadá.

 Por Manuel Luciano da Silva, Médico

 

mais do cinco séculos que o mundo inteiro  está  convencido de que as Antilhas, também chamadas as Índias Ocidentais, estão localizadas no Mar das Caraíbas, na  América Central. Este trabalho vem demonstrar que isso é um erro enorme com uma discrepância de quase duas mil milhas e 577 anos do duração! 

 

Esta comunicação é  baseada na descoberta e análise das latitudes da famosa Carta Náutica do 1424. 0 original desta Carta Náutica de 1424, feito em pergaminho, está na Colecção de James Bell Ford, na Universidade de Minnesota. Em 1954, esta Universidade pagou à Colecção de Sir Thomas Phillips de Londres, Inglaterra, muitos milhares do dólares por este documento. 

 

0 Prof. Armando Cortesão, depois de quatro anos de investiga­ção, revelou os seus estudos num livro escrito em inglês, The Nautical Chart of 1424, publicado pela Universidade do Coimbra em 1954. Calcula se que hoje o mapa valha cerca de cinquenta milhões de dólares!

 

Aspecto geral da Carta Náutica de 1424. Notar as 4 ilhas 
em preto no cento do mapa,  ou na área designada pela letra B

 

Para melhor examinarmos a Carta Náutica do 1424, divemos dividi-la  em quatro partes:

 

(A) Na extrema esquerda está  a data do 22 de Agosto do 1424 e o nome do seu autor,  o cartógrafo Zuane Pizzigano.

 

(B) A seguir, verticalmente, estão  as quatro ilhas: ao norte está uma pequena ilha em forma de quarto crescente chamada, (1)  Saya e logo por baixo uma grande com  o nome de,  (2)  Satanazes; mais a sul, outra ilha grande denominada, (3) Antília e a ocidente destas, outra ilha pequena chamada, (4) Ymana

 

(C) No meio do mapa estão várias ilhas de tamanho pequeno que pertencem aos arquipélagos dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.

 

(D) E no lado direito da Carta Náutica estão  muito bem delineadas, com muitos topónimos, as praias ou costas da Europa e da África, desde a Irlanda até ao arquipélago de Cabo Verde.

 

Não há ninguém que duvide da autenticidade da Carta Náutica de 1424. Este mapa é duma importância extraordinária para a estudo geográfico da Terra, porque representa, pela primeira vez na história do mundo, quatro ilhas como sendo terras americanas!

 

Na Carta Náutica de 1424 estão gravadas nitidamente a data de 22 de Agosto de 1424 e o nome do seu autor, Zuane Pizzigano, um cartógrafo italiano de Veneza. Apesar do mapa ter sido feito por um italiano os nomes das quatro ilhas Antília, Satanazes, Soya, e Ymana — estão  escritos em português a testemunhar, portanto, a ida e volta de navegadores portugueses a Terras da America, antes de 1424!

 

Devemos notar que Antília, ou Antilha, foi sempre uma palavra exclusivamente portuguesa. A palavra correspondente em italiano é Antiglia, mas o cartógrafo italiano, Zuane Pizzigano, usou a palavra portuguesa, certamente, a atestar que a referida ilha já era portuguesa. A palavra Antília é composta por “ante” que quer dizer “em frente de”, mais “ilha”. Portanto, Antília é uma ilha que está em frentc de qualquer coisa, neste caso do Continente Americano.

 

 

O ponto de referência mais importante é a latitude de 40 graus norte que passa pela minha aldeia no Norte de Portugal. Foi esta latitude que me deu a luz para analisar as outras latitudes na Carta Náutica de 1424 e fazer a descoberta original  de que a Terra Nova e Nova Escócia são  realmente  as Verdadeiras Antilhas. 

 

As Latitudes

 

As latitudes da Carta Náutica de 1424 nunca foram calculadas criterio­samente por nenhum historiador, nem por nenhum cartógrafo, incluindo o próprio Professor Armando Cortesão que consagrou vários anos a estudar este importantíssimo documento geográfico!

 

As linhas de latitude e longitude são o “cérebro” e o “coração” de todo e qualquer mapa. A Carta Náutica de 1424 só tem linhas portulanas. Vamos traçar e medir-lhe as linhas de latitudes.

 

Para medir com exactidão as latitudes da Carta Náutica de 1424, procedi  da seguinte maneira:

 

(1)   Primeiro: fiz um negativo do mapa mundial do Atlas da Sociedade Geográfica Americana, abrangendo a Europa e a África,  (correspondendo à área na Carta Náutica de 1424) e incluindo também a América  Central com as Grandes e Pequenas Ilhas assim como os Estados Unidos e o Canadá

 

 

 

Sobrepondo, na câmara escura um negativo da Carta Náutica de 1424, num mapa moderno do Atlântico Norte,  abrangendo a Europa e  América, verifiquei que as projeções  das quatro ilhas  são muito mais próximas das latitudes da Terra Nova e da Nova Escócia do que das latitudes das ilhas na América Central,  que ficam quase a duas mil milhas de distância ao sul!...

 

 

(2) Segundo: com o negativo do filme que obtive da área acima descrita, fui para a câmara escura e usando o ampliador, sobrepús  exactamente os contornos das costas do mapa moderno do Atlas da Sociedade Geográfica Americana com as costas atlânticas da Carta Náutica  de 1424. Com esta simples projeccão consegui fundir na mesma escala um mapa feito há 577  anos com um mapa actual. Deste modo podemos comparar não só as latitudes, os ângulos de inclinação, mas até as áreas, as baías e a configuração das ilhas da Carta Náutica de 1424, com a Terra Nova, Nova Escócia e a Ilha do Príncipe Eduardo,  num  mapa moderno  actual do Canadá. 

 

 

Latitudes dos mapas modernos

 

Olhando para um mapa moderno verificamos que o paralelo de latitude de 50 graus Norte passa pela ponta mais sudoeste da Inglaterra, chamada “Land’s End” ou Fim da Terra. Este  paralelo atravessando o Atlântico passa também pela costa norte da ilha da Terra Nova, no Canadá

 

O paralelo de latitude de 45 graus Norte que passa por Bordeaux em França ou por Génova na Itália, passa, também pelo meio da Nova Escócia, mesmo acima da cidade de Halifax.

 

O paralelo de latitude de 40 graus Norte que passa abaixo de Coimbra em Portugal e por baixo de Madrid em Espanha, atravessa exactamente a cidade de Filadélfia nos Estados Unidos da América.

 

Se medirmos as latitudes, em relação á Europa e á América, das quatro ilhas Saya, Salanazes, Antília e Ymana localizadas na Carta Náutica de 1424, verificamos que o paralelo que passa por cima da ilha de Saya (com o feitio dum quarto crescente) tem uma latitude de 47 graus Norte. Este paralelo passa por baixo da cidade de Paris em França e ao sul da cidade de São João da Terra Nova.

 

A extremidade da ilha de Satanazes tem uma latitude de 46 graus que corresponde ao paralelo que passa na extremidade da península da Nova Escócia.

 

A latitude do extremo sul da ilha Satanazes é de 44 graus, igual ao paralelo que passa pelo sul da Nova Escócia.

 

0 cabo norte da Ilha Antília tem uma latitude de 40 graus Norte, assim como Coimbra e Madrid na Europa e Filadélfia na América. 0 extremo sul da Ilha Antília tem uma latitude de 35,5 Norte, correspondendo ao Cabo Hatteras na Carolina do Norte nos Estados Unidos e abaixo de Tanger, ao sul do Estreito de Gibraltar.

 

A llha Ymana tem uma latitude entre 37 e 38 graus Norte que cor­responde à latitude da área de Sevilha em Espanha e à zona do Algarve em Portugal onde existiu, há  mais de 500 anos, a Escola de Navegação dos Descobrinentos Portugueses e donde originaram os Corte Reais, da Cidade de Tavira.  Nos Estados Unidos corresponde à latitude de Washington, D. C. e de Annapolis, onde funciona a Escola Naval de Cadetes da Marinha Americana.

 

 

Falsas Antlihas

 

Se compararmos as latitudes das quatro ilhas Saya, Satanazes, Antília e Ymana situadas entre 47 e 35,5 graus Norte, com as latitudes das Grandes e Pequenas Antilhas na Armérica Central situadas entre 23 e 10 graus Norte, verificarnos que há uma diferença enorme.

 

A latitude que passa pela costa norte de Cuba é de 23 graus Norte e a latitude que passa pela Costa sul da llha de Trinidade é de apenas 10 graus Norte.  

 

Se projectarmos estas latitudes através do Atlântico verificarnos que as latitudes de 23 e 10 graus são exactamente as latitudes do Deserto do Saará , em África.

 

Há mais de cinco séculos e meio,  todo o mundo tem localizado, erradamente, as Antilhas no Mar da América Central! Estas são  as “Falsas Antilhas”,  no Mar das Caraíbas! 

 

Entre as latitudes das ilhas Saya, Satanazes, Antília e Ymana  e as latitudes das Antilhas no Mar das Caraíbas, há uma diferença, ou um erro de mais de 25 graus de latitude, o que equivale  a uma distância  ou discrepância de mais do 1,750 milhas!

 

 

Longitude

 

Sabemos que antigamente os navegadorcs não eram capazes do medir as longitudes correctamcnte, mas eram muito peritos em medir as latitudes. Servindo-se da Estrela Polar, do Sol e do horizonte, os marinheiros de outrora registaram as latitudes com tal precisão  que hoje temos que admirar o seu grande poder de observação, considerando os instrumentos rudimentares que possuíam.

 

A medição da longitude só foi possível ser determinada com exactidão depois do aperfeiçoamento do sextante em 1730 por John Hanley na Inglaterra e Thomas Godfrey na América e do cronómetro marítimo de John Harrison em 1735 na Inglalerra. Hoje os navios e os aviões usam, como referência, os salélites que lhes dão com precisão, imediatarmente, a longitude e a latitude.

 

 

 

Nesta imagem podemos comparar as baías da Terra Nova e da Nova Escócia com as baías  das 4 ilhas da Carta Náutica de 1424,  que se metem também pela terra dentro! Notar que a ilha maior  tem o nome escrito  no próprio mapa:  Antilha 

 

Baías

Baseando-se na Lenda da Ilha das Sete Cidades ou Lenda da Antílha que serviu de remoto refúgio aos Sete Bispos da Península Ibérica, houve quem dissesse que as baías indicadas na Ilha  Antílha desenhada na Carta Náutica de 1424, representavarn o número  exacto de bispos que fugiram... E então as baías da Ilha de  Satanazes (ou dos Diabos) o que  é  que representam?

 

 Todas essas baías, tão bem desenhadas nas duas grandes ilhas na Carta Náutica de 1424, representam, sim, todas aquelas numerosas baías enormes, que se metem pela terra dentro e  que existem hoje na Terra Nova e na Nova Escócia! 

 

É  deveras impressionante  compararmos os cabos e as baías actuais da Terra Nova e da Nova Escócia com as baías e os  cabos representados nas Ilhas Antília e Satanazes! Mas curioso é  notarmos o pormenor de que a Ilha Satanazes, correspondente à Terra Nova, tem muito mais baías, que se metem muito mais pela terra dentro, coincidindo exactamente com as características geográficas das costas da Ilha da Terra Nova!

 

 

É  muito importante compararmos os ângulos de inclinação da Terra Nova e da Nova Escócia com os ânglulos  de inclinação das quatro ilhas desenhadas na Carta Náutica de 1424. Coincidência extraordinária! 

 

 

Ângulos de Inclinação

 

Outro lado fascinante que podemos observar na Carta Náutica de 1424, é o ângulo de inclinação formado entre a vertical e a horizontal (paralela  ao equador) com o eixo do comprimento das Ilhas Satanazes e Antília.

 

Na Ilha de Satanazes o ângulo é de 57 graus, praticamente o mesmo ângulo de inclinação da Terra Nova que  é de 60 graus.

 

Na Ilha de Antília  o ângulo  obtido com  a mesma técnica é  de 22 graus, mas na Nova Escócia é muito maior: 62 graus. Se há diferença numérica entre os ângulos devemos notar que há, no entanto, um denominador comum: todas as ilhas estão  inclinadas para a Europa.

 

Com respeito á ilha  de Saya estamos em crer que seja a representação da Península do Avalon, na Terra Nova, porque se não fosse o seu istmo tão  estreito seria na realidade uma ilha.

 

Estamos em crer que a Ilha Ymana seja uma representação  da actual  llha do Príncipe Eduardo.

 

 

Se compararmos os ângulos do eixo de inclinação das ilhas  das Grandes Antilhas Cuba, Espanhola, Jamaica e Porto Rico no Mar das Caralbas, verificamos que todas elas estão deitadas no seu maior eixo de comprimento paralelo ao equador e se  têm alguma inclinação é virada para América Central e não para a Europa, como estão as Verdadeiras Antilhas Portuguesas no Canadá e desenhadas na Carta Náutica  de 1424.

 

Áreas

 

É interessante compararmos a área de Portugal Continental com as áreas das ilhas Satanazes, Antília, Terra Nova e  Nova Escócia.

A área de Portugal Continental é  de 34,340 milhas quadradas ou 88,940Km2. A área da Nova Escócia é  dé 21,425 milhas quadradas ou 55,490km2 e da Terra Nova é do 43,359 milhas quadradas ou 112,299km2.

 

É óbvio que os primeiros descobridores portugueses da Terra Nova e da Nova Escócia, ou seja das ilhas Satanazes e Antília, observaram muito bem que se tratava de ilhas de grande tamanho e portanto muito maiores do que as outras ilhas pequenas conhecidas no Atlântico tais como Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.

 

Devemos notar também  que o nome de Satanazes ou Ilha dos Diabos dado à Terra Nova,  foi um nome bem escolhido pelos portugueses, porque descreve as condições diabólicas que ainda hoje ali  existem para a navegação marítima, devido aos nevoeiros cerrados, marés extremas (de 60 pés!) e as perigosíssimas montanhas de gelo ou “icebergs”, capazes de afundar navios como aconteceu ao maior paquete mundial, o “Titanic”.

 

Quatro Investigadores

 

Que saibarnos, há apenas quatro investigadores que estudaram a Carta Náutica de 1424: 

 (1) Armando Cortesão da Universidadc de Coimbra; (2) Eva Taylor da Universidade de Londres;  (3) Karc Prylz de Homar, Noruega,  (4)  Manuel Luciano da Silva, do Centro Médico de Bristol, R.I., U.S.A.

 

Em 1954, Armando Cortesão disse na página 101 do seu livro acima citado:  “Seria muito  fácil para nós dizermos quais das Ilhas Antilhas (ele referiu-se às Antilhas na América Central) que  aparecem desenhadas  (na Carta Náutica de 1424)  ou até  se o Continente Americano estaria  ali representado: Haiti, Cuba, Jamaica, Porto Rico, algumas das Bahamas, Trinidade ou algumas das Pequenas Antilhas, Florida ou até a Gronelândia? Mas não temos nenhum guia seguro  para tentarmos algumas dessas identificações...”

 

Armando Cortesão não encontrou nenhum guia  seguro porque ele  não descobriu  as linhas de  latitudes na Carla Náutica de 1424!

 

Em 1964, Eva Taylor, Professora de Geografia na Universidade dc Londres, publicou um artigo, na revista “The Geographical Journal”, Vol. 130, March 1964, intitulado “Imaginary Islands: Problem Solved”. (Ilhas Imaginárias: Problema Resolvido).   Esta professora britânica tambérn falhou em calcular as linhas de  latitudes na Carta Náutica de 1424. No referido artigo ela  faz até uma  observação crassa a respeito dos marinheiros do século XV:  “Os marinheiros de então não compreendiam,  nem usavam instrumentos para determinarem a latitude.”  Isto é  uma declaração que não corresponde a verdade! 

 

Em 1984, Kare Pryiz de Homar, na Noruega, escreveu Lykkelige Vinland, Ashehoug, Oslo, mas também  não descobriu as latitudes. Andou nas bordas!...Fez o diagnóstico das quatro ilhas que aparecem na Carta Náutica de 1424, com os nomes portugueses, de Saya, Satanazes, Antília e Ymana, como sendo respectivamente a Nova Escócia e o litoral dos Estados de Connecticut, New York,  New Jersey até à Carolina do Sul, nos Estados Unidos  da América. Não incluiu  a Terra Nova!  Se tivesse contado com Terra Nova  tinha acertado em cheio com o diagnóstico certo. 

 

 

Coube a mim fazer o diagnóstico completo das Verdadeiras Antilhas! Foi no dia 7 de Novembro de 1986, numa sexta-feira, 3 minutos para a meia noite, que calmamente, na minha biblioteca, tracei as linhas de latitude na  Carta Náutica de 1424. E devo dizer que um facto muito simples contribuiu para esta descoberta original. Saber que a aldeia onde eu nasci, Cavião,  Vale de Cambra tem uma latitude norte de aproximadamente de 40 graus. Com este dado eu pude observar que  as quatro ilhas na Carta Náutica de 1424, nunca podiam estar dentro das latitudes  de 10 a 23 graus, como acontece com as ilhas de Cuba e Trinidade, na América Central. Nunca! 

 

Escrevi então duas  monografias, uma em  português e outra em  inglês, intituladas “As Verdadeiras  Antilhas” ou “The True Antilles”,  que foram  registadas com copyright  na Biblioteca do Congresso, em Washington, no dia 12 de Janeiro de 1987. Depois disso este trabalho foi consagrado com a sua  publicação na revista “Massachusetts Maritime Academy Magazine”, Vol II, No.1, revelando ao mundo marítimo americano que:

 

Na palmas das nossas mãos:  

Se representarmos as latitudes da Terra Nova e Nova Escócia pela palma da nossa mão  esquerda e as latitudes das 4 ilhas desenhadas na Carta Náutica de 1424, pela palma da nossa mão direira e depois  deslizarmos  um pouco para baixo  a nossa palma direita,    verificamos que AMBAS as latitudes estão contidas nas superficies de ambas as palmas!!!  

 

Sendo assim poderemos até  bater as palmas pela descoberta das mesmas latitudes em  dois mapas, -- o moderno e a Carta Náutica de 1424,--  feitos com um intervalo  de 577 anos!!!

 

 

1) Não existem absolutamente nenhumas dúvidas sobre a veracidade e autenticidade da Carta Náutica de 1424.

 

(2)   A Carta Náutica de 1424 é o documento geográfico mais importante e mais antigo que se conhece, mostrando, pela primeira vez, Terras América. 

 

(3)   Na Carta Náutica as Verdadeiras Antilhas estão desenhadas a  noroeste dos Açores.

 

(4)   As Antilhas da América Central doravante devem  ser chamadas as “Falsas Antilhas” e estão a sudoeste dos Açores. 

 

(5)   A revelação cartográfica de que as Verdadeiras  Antilhas  são a Terra Nova, Nova Escócia e a Ilha do Príncipe Eduardo, no Canadá, vai, finalmente, dar a primazia da descoberta da América antes de 1424,  aos navegadores portugueses, isto é,  mais de quarenta anos  antes de Colombo ter nascido!

 

(6)   Agora compreendemos bem  por há centenas de anos existem mais de uma centena de nomes (topónimos) portugueses nas costas  atlânticas  do Canadá!

 

E também compreendemos  melhor,  se  a Pedra de Dighton está a  uma latitude de 40 graus  Norte,  encontra-se dentro do âmbito  das navegações que os nossos navegadores pioneiros fizeram para a América do Norte,  há mais de  cinco séculos e meio!

 

 

Pedra de Dighton, quando ainda estava na margem do Rio Taunton em 1959, com as incrições portuguesas decalcadas a giz para melhor didáctica.

 

 Compare, usando uma lupa, com a fotografia colorida obtida com luz rasante, pela revista  "National Geographic Magazine", Volume 147, No. 1, página 98, Janeiro de 1975. 

 

Bandeira No. 1 -->  Escudo em forma de 'U'

Bandeira No. 2 --> Cruz da Ordem de Cristo

Bandeira No. 3 --> Escudo em forma de ''V

Nome do Capitão, Miguel Corte Real

Data 1511, com o algarimos em forma de 'S' maiúsculo

 

Return